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Conhecendo o Eataly BR, em São Paulo

06 novembro 2015
Oi, pessoal!
No último final de semana, tive a oportunidade de conhecer o Eataly BR, em São Paulo, e resolvi contar para vocês como foi! Eu e meus pais chegamos lá por volta das 11h da manhã e fomos conhecer o lugar. O plano era comprar algumas coisinhas legais e depois almoçar em algum dos restaurantes lá dentro. Quando eram 11h40 nós já havíamos conhecido tudo, guardado as compras no carro e precisávamos esperar os restaurantes abrirem (ao 12h todos estão abertos)
Bom... De todos os cantinhos maravilhosos (para ver todas as opções, clique AQUI) que podíamos escolher para comer, preferimos o de carne, chamado La Carne. Infelizmente, eu esqueci de fotografar o cardápio, mas pelas fotos dos pratos que pedimos dá pra ter uma ideia das opções sensacionais.
Basicamente, escolhemos um contra-filé, uma fraldinha e cordeiro assado. De acompanhamento, um prato de polenta cremosa finalizada com parmesão e batatas rústicas. E juro! Essa polenta é MARAVILHOSA! Na boa! Não sei se era a consistência, o sabor suave ou tudo junto, mas fiquei de cara com esse acompanhamento. 
De sobremesa, comemos no La Cioccolateria Venchi. Eu escolhi um tiramisú no pote, com muitoooo creme mascarpone, meu pai escolheu o tiramisú em outro formato (mas com o mesmo sabor e muito gostoso também!) e minha mãe escolheu uma sobremesa de chocolate ao leite e castanhas também no pote. Estavam todos perfeitos!
O único ponto ruim do passeio é o preço. Nós já imaginávamos que não seria barato, pois os produtos são realmente de boa qualidade e todos importados (ou a grande maioria). Então se forem visitar, se planejem e preparem os bolsos! 
Fiz várias fotos do lugar e dos pratos <3 Se visitarem, me contem nos comentários o que acharam!
Um beijo,
Bru Gomes

Informações úteis:
De domingo a quinta das 8h ás 23h, Sexta e Sábado das 8h ás 24h.
Av. Pres.Juscelino Kubitschek, 1489 – São Paulo
Email: informacoes@eataly.com.br
Tel. +55 (11) 3279-3300

Bancada das pimentas. Foto: Bruna Gomes
Bancada das pimentas. Foto: Bruna Gomes
Eataly BR. Foto: Bruna Gomes
Eataly BR. Foto: Bruna Gomes
Cordeiro assado. Foto: Bruna Gomes
Fraldinha grelhada. Foto: Bruna Gomes
Contra filé com batatas rústicas. Foto: Bruna Gomes
Polenta cremosa. Foto: Bruna Gomes
Sobremesa chocolate ao leite e castanhas. Foto: Bruna Gomes
Tiramisú no pote. Foto: Bruna Gomes
Tiramisú tradicional. Foto: Bruna Gomes

Receita de bolo de maçã saudável

05 novembro 2015
Oi, gente!
Essa semana fui marcada numa foto desse Instagram @friends_4_health e encontrei uma receita super legal de bolo de maçã saudável! Resolvi fazer antes de passar a receita pra vocês e, claro, que fiz as minhas modificações. Ah... Depois que eu desenformei o bolo, cortei em fatias grossinhas e embrulhei no papel alumínio. Uma ótima maneira de guardar na geladeira e facilitar na hora do lanche :) Espero que gostem! Se fizerem a receita, me marquem lá no insta (@blogdabru)! Vou amar ver as fotos de vocês!
Um beijo,
Bru Gomes

Ingredientes:

-4 maçãs pequenas ou 2 grandes descascadas
-3 maçãs pequenas ou 1 maçã e meia descascadas e fatiadas
-2 bananas
-3 ovos
-3 colheres (de sopa) de açúcar demerara
-2 colheres (de chá) de chia
-1 colher (de sobremesa) de fermento
-2 xícaras (de chá) de aveia em flocos
-nozes picadas e/ou inteiras (a gosto)
-canela (a gosto)
-coco ralado (a gosto)
-amêndoas (a gosto)
-nibs de cacau (a gosto)
-mel (a gosto)

Modo de preparo:

1) Bata no liquidificador as maçãs, as bananas e os ovos;
2) Misture o líquido com o restante dos ingredientes (eu ainda coloquei duas pitadas de canela, nibs de cacau e nozes trituradas);
3) Na assadeira, untei com óleo de girassol, coloquei mel, coco ralado, nozes e polvilhei canela. Você pode apenas untar com óleo e farinha, além de colocar as maçãs em fatias;
4) Acrescente a massa na assadeira (usei aquele tipo com furo no meio, mas ela demora mais pra assar);
5) Aqueça o forno 180º;
6) Asse o bolo por 40 minutos e, com um garfo, veja o ponto da massa. A minha, por ser assadeira alta, precisou ficar por 1h10 à 180º.
7) Espere esfriar para desenformar;

Veja fotos do passo a passo

Foto: Bruna Gomes
Foto: Bruna Gomes
Foto: Bruna Gomes
Fotos: Bruna Gomes
Foto: Bruna Gomes


Dicas essenciais para o seu blog

03 novembro 2015
Oi, gente!
Na semana passada, conheci o pessoal da Kriptonita, uma empresa de comunicação 360º, que oferece serviços de marketing digital, redes sociais e assessoria de imprensa. Eu e a equipe da Krip estamos planejando algumas mudanças boas aqui para o blog que vão melhorar muito o conteúdo, layout e muito mais! Bom... Aproveitando que eles sabem tudo sobre o mundo virtual, blogs e afins, pedi ao Roberto Ronzella, integrante da equipe, umas dicas para vocês aplicarem no site de vocês! 
Vamos lá?
Espero que gostem!
Um beijo,
Bru Gomes

Dica 1: Qual é o seu público?

Uma das coisas mais importantes que você precisa saber para ter um bom blog é saber com quem você está falando. Você precisa saber exatamente como se posicionar perante o seu público, pois existem diversas maneiras de se comunicar no meio digital. Por exemplo, você pode se portar de uma forma no Facebook, de outra no LinkedIn, e de outra em seu blog, ou até mesmo igual em todas, mas para você identificar isso precisa conhecer o seu público. O Google Analytics é uma boa maneira de coletar dados sobre seu público e, assim, você pode adequar o seu conteúdo e o estilo que você escreve. De nada adianta você usar um linguajar formal e técnico para um público jovem e descolado.

Dica 2: Crie pautas!

Pode parecer fácil ter um blog; muita gente pensa que basta você sentar na cadeira, ligar o computador e começar a escrever, mas não é bem assim que as coisas funcionam. Para que você melhore seu conteúdo, escolher a pauta certa é essencial. Uma forma de acertar nas escolhas é realizar pesquisas. Mesmo que você conheça muito bem o seu público, é muito importante que você pergunte sobre o interesse dos seus leitores. Você pode usar ferramentas como o pesquisador de palavras-chave do Google Adwords ou o Google Trends para identificar tendências. Também, há o Topsy e o Trends Map, ferramentas úteis para conseguir essas informações.

Dica 3: Fique atento ao tamanho do texto

É claro que o texto precisa ser interessante, mas de nada adianta escrever um artigo fenomenal e ele possuir infinitos parágrafos! Não é justo o leitor se cansar durante a leitura do blog. Normalmente, os blogs são lidos no momento de lazer e precisa ser algo prazeroso. Para ajudar na dinâmica do texto, insira imagens e faça parágrafos mais curtos. Investir no humor pode ser uma boa escolha! De qualquer forma, não faça um conteúdo muito curto. Procure utilizar no mínimo 600 palavras. A ferramenta Webxtool pode te ajudar com isso. Mesmo com todos esses detalhes, veja o que o SEU público gosta. Existem blogs excelentes que publicam artigos de 300 palavras; assim como existem blogs que criam conteúdos maravilhosos com mais de 3 mil palavras.

Dica 4: Eles querem aprender!

Ensine algo importante! Se lembre sempre que as pessoas que estão lendo seu conteúdo estão buscando aprender algo. Elas estão carentes de bons conteúdos, querem terminar de ler o seu artigo, passar para o próximo ou esperar um novo ansiosamente. O Story Telling é uma ótima ferramenta, muito utilizada por publicitários e jornalistas. Tenha em mente que pessoas amam histórias e isso vai fazer com que você se aproxime do seu público!

Dica 5: Cuidado com o português!

Independente do público, o seu blog nunca, jamais deve conter erros de ortografia. Você pode seguir uma linha mais “cool”. Mas, lembre-se, mesmo as mais descoladas fazem questão de ler um texto correto, que segue a norma culta da língua portuguesa. Você também pode usar o “internetês”, sem exageros, mas cometer erros de ortografia é outra coisa!

Dica 6: Interaja com o seu público

Peça para que as pessoas comentem no post! Isso faz com que seu blog seja visto pelos mecanismos de busca como um blog de mais relevância.

Dica 7: Faça bom uso dos links

Insira links interessantes que ajudem o seu público a compreender melhor o que você está falando. Melhor ainda se o link for algum conteúdo seu, pois isso gera ainda mais relevância para os mecanismos de busca.


E aí?
Gostou deste artigo?
Não esqueça de deixar o seu comentário e dar a usa opinião!
Marque seu amigo que possui um blog e ajude-o a melhorá-lo cada vez mais.

Sobre a 5ª edição do Campinas Restaurant Week

01 outubro 2015
Alguém aí disse comida?????

Se ainda existisse Orkut, eu criaria uma comû "Eu amo Tiramissú!"
Acho que tenho uma paixão gigantesca por restaurantes e pratos bonitos/diferentes/esquisitos desde que sou pequena. Meus avós e meus pais sempre me levavam almoçar ou jantar fora nos finais de semana e essa "tradição" está na minha família há muito tempo. E aí é que essas três semanas ganham um espaço gigante no fundo do meu coração e no cenário gastronômico de Campinas. O festival começou no dia 28 de setembro e eu tô mortinha de vontade de dar um rolê gastronômico! Ao meu ver, a ideia é a mais legal de todas, porque eu sempre escuto das pessoas: "Não vou a restaurantes diferentes, porque eles são caros!". Concordo! São sim! Mas o Campinas Restaurant Week tem essa intenção... A de fazer todo mundo ter a chance de provar pratos elaborados por um preço acessível! Plim plim plim plim! É muito mágico! Eu já fui na última edição e amei! São pratos realmente "chiquetosos" por um valor mais barato que aquele rodízio de japa que você faz questão de comer todo mês! Que tal mudar um pouco e provar sabores novos?
O tema deste ano é a gastronomia afetiva e são oferecidos menus completos, com entrada, prato principal e sobremesa, ao valor fixo de: R$ 39,90 + R$ 1 de doação para o Instituto Paulo Freire no almoço e R$ 51,90 + R$ 1 de doação no jantar. Legal, né?
Sem contar que os cardápios estão todos na internet. Assim fica fácil de chamar aquele (a) paquera no whats e falar: ei, vamos jantar comigo? Escolhe o restaurante no site www.restaurantweek.com.br! Experiência própria! ;) De lá mesmo você já faz a reserva e pronto!
Olha só os restaurantes que estão dentro: Ca Di Mattone, Cantina Fellini, Cantina Messina, Casa de Maria Bistrô (APLAUSOS!! <3), Cayena Bistrô, Dom Manoel, El Tambo, Estação Marupiara (INFINITAS ESTRELINHAS), Forneiro Parrilha Brasileira, Gallo Nero Ristorante, Jambú Bistrô, Jesuíno 47, Joe &Leo’s, L’Entrecote de Paris (AMO/SOU!), La Palette, La Pasta Gialla (<3 <3 <3), L’Alouette, Matisse (MUITAS ESTRELINHAS), MunayCevicheria e Tartar, Nosotros, Quiota Cozinha Contemporânea, Senhorita Bistrô, SeoRosa (MUITAS ESTRELINHAS), Green House (AMOOOOO DEMAIS,  CHEF DIRETAMENTE DA FRANÇA), Ristorante Laura e Francesco, Ca Di MattoneSpazio, Cardeais Gastronomia e Taverna do Chef Nico.
Mas, na boa, quem resolver ir vai ter muito trabalho pra escolher com tanta opção boa...
Tô aceitando convites pra almoçar/jantar! 
Um beijo,
Bru Gomes

Ps.: Quer mais um motivo pra ir? O festival proporciona também a oportunidade de ajudar, a cada R$ 1 doado será destinado ao Instituto Paulo Freire. Na edição anterior as doações garantiram a construção de uma quadra poliesportiva, e as doações dessa edição ajudarão na ampliação das estruturas. Eba! Barriga cheia, coração cheio de amor <3

Minha experiência num brechó literário - por Júlia Groppo

16 setembro 2015
Foto: Bruno Fini
Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez? A minha aconteceu no último sábado, quando decidi visitar um brechó literário que uma instituição muito bacana da minha cidade estava realizando. Para quem não sabe, sou piracicabana, e aqui existe o Centro de Valorização da Vida (CVV), uma organização sem fins lucrativos, fundada em São Paulo em 1962, com centrais por todo o Brasil (uma delas em Piracicaba). Eles realizam trabalho voluntário para atender pessoas e ajudá-las nas mais diversas situações que tanto nos afligem em nossas vidas: medos, solidão, angústias, depressão, etc. É muito bom ter aquele amigo que sempre te ouve, não é?! Mas nem todas as pessoas tem esse privilégio e é por isso que o CVV existe, para dar voz àqueles que tanto precisam ser ouvidos. 
Mensalmente, a central do CCV aqui em Piracicaba realiza brechós literários para arrecadar fundos. No último sábado, pude acompanhar de pertinho uma das edições e fiquei encantada ao entrar nessa salinha da foto e ver tantos livros me esperando <3 Eu e meu namorado passamos um bom tempo lá dentro fuçando cada cantinho, em busca daqueles que pudessem nos enriquecer de alguma forma. Ele focou nos que abordavam temas de negócios, gestão de empresas e clientes e também em livros sobre marketing. Sim, gente, meu namorado é nerd rs, faz engenharia química e sonha em ter seu próprio negócio (e se empenha nisso desde sempre). Já eu, como futura jornalista que sou, fiquei vidrada nos de crônicas, nos romances adolescentes e nas revistas, que estavam com preços ótimos.
Foi uma experiência muito gostosa olhar todos aqueles livros e imaginar a quantidade de pessoas a quem eles pertenceram; quantas histórias eles carregam em cada uma de suas páginas; quantos segredos escondidos por ali. Como já disse no último texto em que postei aqui no blog, um livro carrega consigo muito mais que sua própria história e, para mim, esse é exatamente o seu poder: o de acrescentar, transformar e passar adiante.
O resultado dessa brincadeira? Um livro, que estava muito bem cuidado, de uma autora que eu gosto bastante, a Meg Cabot. ''A Garota americana'' será o meu próximo companheiro. E, para a minha sorte, a Bru tinha a continuação da história, o ''A Garota Americana - quase pronta'' e estava pensando em doar; mas, agora ele já tem dona hihihi. Valeu, Bru <3 Além disso, comprei algumas edições da revista Vida Simples, que tem uma leitura super leve.

Foto: Bruno Fini


Se você nunca visitou um brechó literário, ou mesmo um sebo, aconselho que o faça! Garanto que não se arrependerá, sairá de lá mais leve e com muitos livros novos por preços incríveis. A próxima edição do brechó literário do CCV de Piracicaba acontecerá no dia 3 de outubro. Se você é daqui ou da região, não deixe de dar uma passada! 
Ei, você também pode doar aqueles livros que mal lembra que tem. Muitas pessoas podem ser bem felizes lendo-os! :) Faça a sua parte! Entre em contato com a central mais próxima de você pela página deles no Facebook
Beijos, beijos,
Ju Groppo
Foto: Bruno Fini

O clichê que funciona

06 setembro 2015

Ontem fui ao cinema e, para falar a verdade, nem sabia qual filme iria assistir. Só sabia que seria com a atriz Meryl Streep. E lá fui eu ser surpreendida novamente... No fim das contas, gostei muito, mesmo que "Ricki and The Flash: de volta para casa" seja um clichê, podemos dizer que é um clichê que faz sentido. 
Basicamente, a personagem interpretada por Meryl é uma roqueira, mãe de três filhos, divorciada, prestes a declarar falência pessoal, desapegada de seu namorado, um pouco homofóbica e adora George W. Bush. É uma cinquentona que não acompanha a vida de seus filhos de perto, que sonha em ser uma estrela do rock e que passa sua vida entre um caixa de mercado e o palco de um bar pequeno, numa cidade americana também muito pequena.
Até que seu ex-marido a chama para tentar ajudar sua filha Julie (a atriz Mamie Gummer), que está depressiva por conta de uma separação inesperada. É quando a mãe tem que se reaproximar da filha e de seus outros dois filhos homens, que não estão muito felizes com a novidade de tê-la por perto. 
Ricki, com suas roupas pretas e seu penteado jovem cheio de atitude é uma mulher que escolheu seguir seus sonhos e não manteve o espaço que seus filhos mereciam ter. Mas quem a pode culpar? Como ela mesmo diz no filme, tanto homens do mundo artístico são ausentes da vida de seus filhos e não são julgados por sua atitude. Por que ela, sendo mulher, deveria ser julgada como traidora ou algo do tipo? Acho que é aí que entra a ideia principal de Ricki and The Flash. Até onde a mulher pode errar, sem ser taxada de negligente, apenas por seguir seus sonhos? 
O filme é cheio de música, com uma trilha sonora que dá vontade de baixar no Itunes e, na boa, Meryl é um show à parte! Maravilhosa demais! A voz da atriz cantando as músicas do filme faz toda a diferença! 
Assistam e me digam o que acharam! Ah... Uma curiosidade: Mamie Gummer é a filha da Meryl na vida real! 
Me contem nos comentários quando assistirem!
Um beijo,
Bru Gomes

Assistam ao trailer e vão ver sobre o que estou falando... <3












Filme O Pequeno Príncipe

28 agosto 2015

Vou começar o post adiantando algo que você pode ter vindo buscar aqui. Vale a pena sim assistir ao filme. 1) Se você não gosta da história, vá apenas para levar as crianças da sua família ou seus próprios filhos. 2) Se você não gosta da história, vá para apreciar o trabalho de animação feito nesse filme. 3) Se você nunca entendeu bem o livro por diversos motivos, vá para se apaixonar por uma história que faz muito sentido e que ainda vai te divertir por algumas horas. 4) Agora, se você é um apaixonado por esse livro, você vai se encantar; vai ficar meio bobo, vai rir, vai chorar muito e vai repetir as frases que decorou, como "O essencial é invisível aos olhos"... 
Confesso que, mesmo tendo lido o livro, nunca entendi o fascínio das pessoas por essa história. Eu sei que as mensagens passadas por Saint-Exupéry são lindas e fazem todo o sentido do mundo. Mas, ah, não conseguia me apaixonar... Até quando assisti ao filme dirigido Mark Osborne. 
É engraçado e tem uma ação fantasiosa e inocente que faz a gente querer pegar os personagens no colo e apertar e esmagar e *fazer a felícia*! É lindo! Com a história da garotinha super controlada pela mãe e a mãe controladora, porque pensa que está fazendo o melhor pela filha, e com o personagem do vizinho maluco, que, afinal, não é tão maluco assim, tudo passa a fazer mais sentido! Quer dizer, a história do Pequeno Príncipe passa a ficar mais clara para quem não tinha entrado no clima apenas com o livro.
Acho que as duas mensagens mais importantes do filme, para mim, são as que falam sobre infância VERDADEIRA e sobre cativar o amor das pessoas. Sobre a infância, hoje em dia, poucas crianças sabem o que é brincar até cansar, poucas sabem correr e rir e esquecer, mesmo que por alguns segundos, do mundo tecnológico que as cercam. E cativar é tudo na vida! É atrair pessoas boas, é saber perceber quem realmente vale a pena e quem você apenas tem que tolerar, mas acima de tudo, é atrair alguém que te ame! Um cara ou uma mulher que te ache maravilhoso e te ame do jeito que você é! Tudo isso só se torna possível, se você atrair com seu jeito de ser, sua índole e seus princípios, a pessoa certa ou alguém tão bacana quanto você.
Enfim... 
Vá ao cinema para curtir um tempinho de sossego e aproveite pra refletir!
Com amor,
Bru






Imagens deste post: www.google.com.br

Sobre o filme Chamada de Emergência - por Júlia Groppo

27 agosto 2015

Deixa eu contar: amo e detesto filmes de suspense e terror. COMO ASSIM, JÚLIA? Pois é, eu adoro sentir aquele medo do início ao fim, os sustos, o frio na barriga; porém, uma hora a noite chega, né, gente? E aí, meus amigos, eu não consigo dormir rs! E não, não estou brincando. Para solucionar esse meu ''problema'', costumo assistir a filmes de suspense que não tenham histórias de espíritos, por exemplo, ou seja, filmes mais leves. Chamada de emergência é um deles! O filme, que estreou em 2013, é um suspense policial que retrata o drama de uma adolescente sequestrada por um maníaco num shopping e que, em busca de ajuda, liga para o 911 - famoso serviço de emergência americano. Na outra linha, a atendente Jordan Turner terá de equilibrar seus sentimentos pessoais com seu profissionalismo para ajudar a garota a escapar com segurança. A jovem é interpretada pela atriz Abigail Breslin, nossa querida pequena miss sunshine. <3

Confira o trailer do filme


De arrepiar, né? É uma bela alternativa para pessoas que, assim como eu, não gostam de filmes tão fortes.Vocês gostam de dicas assim? Querem mais? Deixem nos comentários! Espero que gostem da trama tanto quanto eu! HÁ.

Beijos, beijos
Ju

Pequenas vitórias pessoais

25 agosto 2015
Foto: Bruna Gomes / Instagram: @blogdabru
Quando o assunto é falar sobre amor próprio, a conta é simples na cabeça de gente hipócrita: tudo e, absolutamente, todos devem vir antes de nós mesmos. Mas, para mim, não é bem assim que funciona. Quer dizer, não no dia a dia. Claro que temos que ser gentis, propagar a empatia, evitar o egoísmo; e muito mais do que somente esses três passos para ser uma boa pessoa. Só que eu vivo me perguntando... E se eu quisesse em algum momento torcer por mim mesma? E se eu quisesse dar uma "pausa" momentânea em ser boa apenas com os outros e quisesse vestir a minha camisa de vez em quando?
Acho que, em partes, é assim que a vida funciona. Precisamos dosar e saber pensar com carinho em como nos incentivar, em como vibrar pelas nossas próprias vitórias, em como ficar orgulhosos pelos nossos próprios pequenos e grandes passos dados na vida. E tudo bem não ficar vibrando e torcendo só pelos outros. Na relação eu e eu mesma, vocês e vocês mesmos, nós e nós mesmos, vale uma dose extra de amor próprio de vez em quando! É necessário guardar alguns tíquetes do elogio para você mesmo de vez em quando e é super saudável.
Percebi isso enquanto passava mais um dia de produção do meu trabalho de conclusão de curso, uns dias atrás. Quando consegui escrever mais de dez linhas (o que antes parecia inalcançável), pensei: BOA, MENINA! MANDOU BEM! VAMO, TIME!!!!!! UHUL!
Boba? Sem a menor margem para dúvidas! Mas eu não liguei! Eu torci por mim mesma durante alguns minutos do dia e só pensei em quanto eu sou capaz, em quanto eu posso/quero/consigo e as palavras foram escorrendo dos meus dedos e as pesquisas na internet que eu não estava encontrando foram aparecendo na tela do meu computador e eu notei que as coisas estava realmente fluindo!
Então, se você é uma pessoa de bom coração e ama ajudar e se dedicar aos outros, continue assim! Mas aplique um tempo a analisar suas ações e seus pensamentos (e até a sua conduta), procure melhorar e comemore quando tiver alcançado algum objetivo que você se auto impôs. Você não estará sendo egoísta, você não poderá ser tachado de cretino, NÃO! Você estará, apenas, sendo maravilhoso com você mesmo!
Se você é estudante, trabalhador, mãe, pai, tudo isso ao mesmo tempo: parabéns! Você é seu próprio herói e se você não perceber que é com seus próprios músculos e força de vontade que você chegou aonde está, então, meu amigo, ninguém fará isso por você!
Vamos integrar o time do próximo, dos amigos, da família, mas antes de tudo, que a gente seja capaz de ser o capitão do nosso próprio time! Vista sua camisa! Dessa forma, você estará se fortalecendo para ser capaz e para se doar muito mais ao outro.
Vamos nos amar mais <3
Com muito amor por vocês também,
Um beijo,
Bru Gomes

Conheça o programa de intercâmbio da Disney - por Júlia Groppo

23 agosto 2015



E se você pudesse trabalhar no lugar mais mágico do mundo e ainda ter o chefe mais bacana também? Já pensou em dar uma pausa rápida nos estudos e partir para uma aventura inesquecível? O Walt Disney World International College Program é um programa de intercâmbio oferecido pela Disney que contrata jovens brasileiros – e de outras nacionalidades também – para trabalhar temporariamente nos parques e hotéis do complexo. Com duração de oito a dez semanas, tem início sempre em novembro e vai até fevereiro do próximo ano. 
No Brasil, o processo de seleção – que por sinal, é bem concorrido – é feito pela STB, agência que representa o programa aqui. Para participar é simples, as inscrições abrem, geralmente, todo mês de maio; porém, os pré-requisitos são vários e você precisa estar com o inglês na ponta da língua, viu! Algumas palestras de apresentação e até algumas das entrevistas com a própria equipe da Disney são feitas na língua e você será avaliado por isso. Além disso, é preciso estar matriculado em um curso superior reconhecido pelo MEC e estar cursando entre o segundo e penúltimo período.
O ICP é ótimo pra você que, assim como eu, é apaixonado pela Disney e pela sua gestão de funcionários e tem interesse numa experiência diferente e, ao mesmo tempo, divertida. Vale lembrar que você está indo para trabalhar, então é necessário ter responsabilidade com o cargo que será escolhido, além de obedecer aos horários. Outra dica é começar a guardar dinheiro desde JÁ, pois algumas despesas são por conta própria, como passagem e seguro de vida.
Trabalhar na Disney, receber por isso, aproveitar para colocar em prática uma língua diferente – e necessária, como o inglês – além de ter contato com pessoas de diversas nacionalidades... Ai, ai! Quer coisa melhor que isso? Você também terá benefícios por ser um Cast member, como entrada grátis para todos os parques, além de descontos especiais em compras. 
Pensando nisso, convidei a blogueira paulistana Thayná Almeida, de 19 anos, para conversar com a gente. Ela fez parte do último programa, do final de 2014 para início de 2015 e compartilhou com a gente um pouco do que ela viveu e, principalmente, SENTIU:



Thayná, como você conheceu o ICP?
Eu conheci o ICP através da minha irmã. Ela trabalhou duas vezes lá e, na segunda vez, também fui para visitar e foi inacreditável. 

Quando você decidiu que queria tentar? Foi um processo difícil?
Eu decidi quando eu estava numa péssima época para viajar e meu pai me deu de presente de 16 anos essa viagem. Resumindo um pouco, eu não estava conseguindo ficar em lugar fechado e só pensava em como eu iria aguentar dentro do avião. Depois que eu consegui e pisei naquele aeroporto, senti uma paz!! Meu primeiro parque foi o Magic Kingdom, destino ou não, meu primeiro brinquedo foi um no qual eu viria trabalhar 3 anos depois: Peoplemover. Eu saí daquele primeiro dia com uma promessa: eu iria voltar e retribuir tudo o que a Disney fez por mim.

De que forma você acha que ele pode contribuir para os jovens?
Podem tirar tudo da gente, menos a experiência. Você amadurece, querendo ou não. Você passa a ter outra visão do mundo e uma nova direção. Você conhece gente do mundo inteiro e percebe que, citando uma frase que amo, "há um mundo inteiro lá fora esperando para ser explorado". O programa te tira da sua zona de conforto e te desafia a realmente viver a vida!!!

Pensando em você: qual foi o momento mais inesquecível dessa experiência? O que ela mudou na sua vida?
Tem várias!!! rs Mas posso citar duas? A minha road trip de mais de 10h para New Orleans com os meus melhores amigos e o último Wishes que assistimos todos juntos. No meio da viagem, fizemos uma road trip do tipo "só vamos" e passamos quatro dias em New Orleans. Passamos por Alabama e Mississippi, foi cena de filme americano rs. E teve também o último Wishes... O programa não é fácil e sim, você vai rir, chorar, querer ir embora, querer ficar, pensar o que você está fazendo ali e agradecer por tudo que você está passando, bom ou ruim. Nesse último wishes, passa aquele filme pela cabeça de tudo que você enfrentou pra chegar até ali e o melhor: você SE enfrentou. É um sentimento de missão cumprida ter feito parte da magia!


Para aqueles que querem tentar, qual dica você daria?
Mesmo sendo clichê, lá vai: não desista. É um processo demorado, mas ele, por si só, já vale a pena. O não você já tem, principalmente daqueles que dizem que é impossível, então corra atrás do sim. Tem que sair da zona de conforto e arriscar. Você já tem que se enfrentar desde o momento em que decide participar do processo seletivo. Não se esqueça: faith, trust & pixie dust. 


Incrível, né gente? Meu coração acelera só de ouvir falar nesse lugar e nessa experiência tão bacana que a Disney oferece aos estudantes. Gostaria de agradecer a Thayná por ter divido conosco esses meses tão especiais. Além disso, ela tem um blog muito bacana, onde conta muito mais dessa experiência e de outras viagens. Vou deixar AQUI também pra vocês um link com todos os pré-requisitos básicos que você precisa para garantir sua vaga nesse processo seletivo que, lembrando, é bem concorrido, além de toda a documentação, gastos pessoais, informações sobre salários, dicas e depoimentos de pessoas que já tiveram a oportunidade de vivenciar tudo isso! Não perca tempo: vá atrás das documentações, capriche no inglês, junte uma graninha e nunca se esqueça: ''SE VOCÊ PODE SONHAR, VOCÊ PODE REALIZAR'' - Walt Disney.


Beijos, beijos
Ju

Como treinar seu inglês fora da sala de aula

19 agosto 2015
Oi, gente!
Lá no Instagram perguntei para vocês se eu deveria fazer um post sobre esse assunto aqui no Blog da Bru e alguns de vocês me disseram que SIM, Bru, por favor! Então cá estou eu, que não sou nenhuma expert em inglês viu? Mas acho que me viro muito bem quando o assunto é manter uma conversa normal (mesmo que com alguns tropeços) com pessoas de outros lugares. E fiz aulas de inglês (fora do horário normal de aula) durante a 5ª série até a 8ª série lá no Objetivo mesmo, mas durante a tarde, com um caderno didático em inglês. Então, não frequentei aquelas escolas de inglês como CNA, Wizard, Cultura Inglesa... O básico que aprendi foi na grade curricular que o colegial oferecia (acho que era uma vez por semana) e no ginásio! Fora isso, eu sempre ouvi muito mais música em inglês do que em português, sempre pesquisei letras de músicas e procurei falar a pronúncia correta, além de ver seriados em inglês (mas com legenda). Porém, depois de passar 28 dias em Londres cursando inglês intermediário e fazendo um curso paralelo de Fashion Design, voltei com o inglês melhor, com a leitura fluindo melhor e com algumas dicas de como praticar a língua fora das salas de aula. 
Vamos lá?

Instagram @blogdabru
1) Seja curioso! - para tudo na vida, se a gente não quiser realmente aprender, milagres não acontecerão. Então, seja uma pessoa curiosa. Pesquise palavras que te instigam no Google, ouça a pronúncia dessas palavras (vejam esse site ou esse (minha teacher Tara usava nas aulas), por exemplo, dá pra ouvir a pronuncia das palavras), pergunte aos amigos que estão mais habituados com o inglês e peça uma ajudinha. 
2) Músicas, filmes e seriados em inglês - tente aderir aos filmes sem legenda, preste atenção ao sotaque dos personagens, tente entender o contexto da frase, caso não consiga entender todas as palavras que estão sendo ditas. Com relação às músicas, estude-as com a ajuda de um dicionário. Perceba se você está entendendo o que ela diz mesmo se estiver sem a letra para te ajudar.

3) Intercâmbios e cursos de inglês são bem vindos - se houver a possibilidade, converse com seus pais, junte dinheiro, planeje com antecedência, escolha um país legal no qual você vá exercitar o idioma com frequência. As agências de intercâmbio cultural hoje em dia estão muito bem preparadas. Se o caso for receio dos pais com relação a você visitar o outro país, vá até uma agência e converse com um especialista, pois eles, certamente, saberão como explicar tudo da melhor maneira. Quando eu decidi viajar para melhorar meu inglês, fui até a agência, peguei todas as informações e trouxe o material todo para eles lerem. Fui pela Experimento, lá de Sorocaba, e gostei muito de todo o atendimento e serviço. Eu sempre falava com a Luanda, que me vendeu a viagem, durante o tempo em que eu estava lá. Ela me perguntava se eu estava gostando, se precisava de algo e se tudo estava como o combinado. E, sim, viagens como essa são realmente muito caras. Por isso, trabalhei durante seis meses e juntei o dinheiro que eu levaria para lá e consegui dar uma ajudinha pros meus pais. Mas acredito que, mesmo que não seja uma viagem para daqui 3 meses, vale muito a pena planejar. Comecei a ver a minha um ano antes! Lá eu falava 24 horas em inglês. Até com a minha amiga brasileira Milena, que estava na minha sala de inglês, eu evitava falar em português (confesso que de vez em quando eu falava algo em português porque dava saudadinha de falar na minha língua). Enfim, quando você viaja, entende de uma vez por todas que, se você ficar com vergonha de se arriscar, nem pedir um café no Starbucks será possível. É você e sua capacidade de se virar em um país novo.

4) Livros - a leitura é preciosa quando o assunto é treino e aprendizado de um outro idioma. Se você não tem tanta prática, leia sentado em uma mesa, como se estivesse estudando para alguma prova da escola. Use um dicionário quando não souber alguma palavra. Mas recomendo tentar ler sem ele, e caso não saiba algum significado, tente entender o contexto. Antes de viajar, durante a leitura de livros em inglês, eu ficava travada em algumas palavras; mas lá, como eu sempre lia os jornais britânicos no metrô, eu não tinha como ficar consultando um dicionário ou o Google. Eu procurava entender o contexto de tudo aquilo. Quando cheguei no Brasil, definitivamente absorvi a técnica de entender o contexto da frase. E, com isso, a leitura ficou fluída e mais rápida (ou seja, bem menos cansativa!).

5) Caderno de Vocabulário - essa dica veio do coordenador do centro de línguas lá da UAL, universidade que estudei na Inglaterra. Eles nos deram um bloco de notas e todas as palavras novas que íamos aprendendo conforme o curso ia passando, nós anotávamos lá, e isso ia nos ajudando a memorizar novas palavras e aprimorar o nosso inglês.

6) Converse em inglês com seus amigos - o problema do brasileiro é a vergonha de falar em outra língua (como se fosse feio saber falar outras línguas!). Gente, experiência própria. Era só ter brasileiro que falava melhor que eu do meu lado e eu travava total! Não abria a boca pra nada! Até pra fazer pedido em lanchonete eu deixava pros meus amigos, porque eu morria de vergonha. Que bobagem! E daí se você mandar umas palavrinhas erradas? O londrino está tão habituado a lidar com estrangeiros que eles não ligam se você ficar atrapalhado na hora de fazer seu pedido. Aliás, é bem difícil encontrar um verdadeiro nativo naquele lugar. Basta andar de ônibus ou andar na rua que você escuta mil idiomas ou o inglês com 20 sotaques diferentes hahaha... Tente combinar com seus amigos de conversar em um grupo do Whatsapp ou via Skype somente em inglês. Se não souber falar alguma palavra, tente explicar para eles usando outras que você já domina. Eu faço isso sempre com minhas amigas que fiz no intercâmbio! Nós amamos nos ligar no Facetime e ficar batendo papo!

7) Esteja em contato com a língua sempre! - acho de maior importância o fato de você estar sempre em contato com o inglês. Pra que o idioma seja natural para você, é preciso que você treine seus ouvidos. Eu adorava colocar Friends na televisão, enquanto arrumava meu quarto. Eu ficava ouvindo as falas dos personagens, mesmo quando não entendia muita coisa. Com a internet aí, os EUA, a Inglaterra, a Austrália estão muito perto de nós! Os sites dos jornais desses países são ótimas maneiras de você treinar sua leitura. Use e abuse da internet e dos seus momentos livres! 

Coloquem suas dicas nos comentários! Vamos nos ajudar!

Aplicativo City Mapper

07 agosto 2015
Para todos os efeitos, é NORMAL se sentir perdido em uma cidade nova. Não se culpe por recorrer a um aplicativo de celular para conseguir se virar quando estiver viajando. Quando fui para Londres, não fazia a menor ideia de como chegar até a minha escola. Então recorri a essa ferramenta MA-RA-VI-LHO-SA que pode ser chamada de Citymapper! <3 E então foi só correr pro abraço e curtir! Eis que hoje, ao pesquisar sobre ele para falar aqui no blog, descobri que ele também funciona em São Paulo!!!!! Sim!!!!!!!!!!!! Então podem comemorar, que vocês nunca mais ficarão perdidos! Ele pode ser baixado gratuitamente na App Store da Apple e no Google Play. Mas também funciona no computador!

https://citymapper.com/sao-paulo



https://itunes.apple.com/app/id469463298?mt=8&&referrer=click%3D2f1161ae-4895-44fd-907a-d90e3e36e260

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.citymapper.app.release


A vantagem dele (derrrrr, TODAS!) é que, além de você saber quais linhas do metrô e ônibus você pode pegar, ele ainda te dá os valores de uma possível corrida de táxi, te fala qual o clima que estará durante sua jornada, te possibilita configurar o horário que você deseja chegar no seu destino ou o horário que você deseja sair da sua casa e te dá todas as infos que você precisa saber para chegar ao seu destino com muito sucesso! 
Eu amava, porque, até quando houve o Strike lá em Londres, ele me dizia por onde ir e como chegar no menor tempo. Também, quando havia trechos os quais eu deveria seguir a pé, ele me dava a direção que eu estava indo (óbvio que eu sempre ia na direção errada kkkk). 
Gente, na boa, tudo o que você precisa é de um wifi para configurar os caminhos e, se possível, um 3g para o caso de você se perder e ter que configurá-lo novamente (ou um Starbucks lindo no meio do seu caminho). Em alguns casos, ele disponibiliza o trajeto que você sempre costuma fazer offline! Assim, você não precisa nem de internet para conseguir utilizá-lo! 
Entenderam a minha empolgação? Ele é melhor que Google Maps, melhor que qualquer outra criação do homem!
Mas a minha dica é: 
Tentem aprender com o aplicativo. Se habituem com as linhas do metrô, com os pontos de ônibus que vocês mais utilizam. Os motivos? O primeiro de todos é a segurança. Se você está em Londres, andar com o celular na mão é tranquilíssimo! Sem problemas! Se você está em São Paulo, ou em outra cidade que você não tem a segurança garantida, andar com o aparelho na mão é a mesma coisa que pedir para ser roubado. O segundo motivo (e também muito importante) é que é muito gostoso andar pelas ruas SEM um celular travando suas mãos e seus olhares. Principalmente em Londres, olhar para o alto e se sentir uma formiguinha e reparar em todos os detalhes é essencial! 
Então, baixem o aplicativo, mas procurem não apenas sobreviver dele. Eles podem ser bons professores e você pode virar um expert em caminhos e trajetos! 

Mil beijos,
Bru

8 livros para ler nas férias - por Júlia Groppo

18 julho 2015


Para mim, julho é um mês especial por motivos de: férias, descanso e leitura em excesso, HÁ! Listei abaixo 8 livros bacanas para vocês lerem nessas férias. Tem pra diversos gostos, hein! Desde romances e dramas até livros de ficção e fantasia. Espero que gostem!


1. Girl Boss – Sophia Amoruso

Sophia Amoruso passou a adolescência viajando de carona, furtando em lojas e revirando caçambas de lixo. Aos 22 anos ela havia se conformado em ter um emprego, mas ainda estava sem grana, sem rumo e fazendo um trabalho medíocre que assumiu por causa do seguro-saúde. Foi aí que Sophia decidiu começar a vender roupas de brechó no eBay. Oito anos depois, ela é a fundadora, CEO e diretora criativa da Nasty Gal, uma loja virtual de mais de 100 milhões de dólares, com mais de 350 funcionários. Além da história de Sophia, o livro cobre vários outros assuntos e prova que ser bem-sucedido não tem nada a ver com a sua popularidade; o sucesso tem mais a ver com confiar nos seus instintos e seguir a sua intuição. Uma história inspiradora para qualquer pessoa em busca do seu próprio caminho para o sucesso.





2. A última carta de amor – Jojo Moyes

Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento.



3. Garota Online – Zoe Sugg

Penny tem um segredo. Com o nickname Garota Online, ela escreve um blog no qual desabafa seus sentimentos mais íntimos sobre amizade, meninos, os dramas do colégio, sua família maluca e os ataques de pânico que começaram a dominar sua vida.  Quando as coisas vão de mal a pior, sua família a leva para Nova York, onde ela conhece Noah, um garoto lindo que toca guitarra, e com quem ela parece ter muito em comum.  De repente, Penny percebe que está se apaixonando — e escreve sobre cada momento dessa história em seu blog, de maneira anônima. Só que Noah também tem um segredo, que ameaça arruinar o disfarce de Penny para sempre. Garota Online é um livro encantador, que traduz exatamente o que significa crescer e se apaixonar na era digital.




4. O duque e eu – Julia Quinn

Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.



5. Deixe a neve cair – John Green

Na noite de natal, uma inesperada tempestade de neve transforma uma pequena cidade num inusitado refúgio para insuspeitos encontros românticos. Em Deixe a neve cair, bem-sucedida parceria entre três autores de grande sucesso entre os jovens, John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle escrevem três hilários e encantadores contos de amor, com direito a surpreendentes armadilhas do destino e beijos de tirar o fôlego. Comédia romântica com a assinatura de um dos maiores bestsellers da atualidade, o livro é o presente de Natal perfeito para os fãs de John Green e de histórias de amor e aventura. O livro vai virar filme em 2016.



6. Por um Toque de Ouro – Carolina Munhóz

Dinheiro, poder e sucesso. Quem não deseja tudo isso? Mas e se alguns milionários na verdade têm muito mais sorte do que outros? E se toda essa sorte se revelasse como um poder especial? Emily O´Connell nunca imaginou que pudesse ter um toque de ouro. Herdeira de uma das marcas mais luxuosas de sapatos e bolsas haute couture do mundo, sorte e glamour praticamente correm no sangue de sua família. Um dia, porém, Emily percebe que sua sorte talvez seja muito maior do que imagina. Na manhã seguinte ao feriado de St. Patrick, após ganhar milhões em uma noite de jogatina, a garota se vê vítima de uma tentativa de estupro. O que a tira das estatísticas policiais, no entanto, é a forma como ela consegue se livrar quase magicamente do perigo. Tudo se complica quando Emily conhece o misterioso e encantador Aaron Locky. Afinal, que segredos ele esconde por trás de seus cabelos compridos e de sua risada irônica? De algum modo, Aaron exerce sobre ela uma atração irresistível, como se uma aura de poder os cercasse e os unisse. Ele tem muito a ensinar a Emily, mas, entre todas as coisas, ela nunca imaginaria que poderia estar envolvida com uma tradição secular lendária.



7. Para onde ela foi – Gayle Forman

‘’Meu primeiro impulso não é agarrá-la nem beijá-la. Eu só quero tocar sua bochecha, ainda corada pela apresentação desta noite. Eu quero atravessar o espaço que nos separa, medido em passos não em milhas, não em continentes, não em anos, e acariciar seu rosto com um dedo calejado. Mas eu não posso tocá-la. Esse é um privilégio que me foi tirado. ’’ Com a mesma força dramática de Se Eu Ficar, agora pela voz de Adam, Para Onde Ela Foi expõe o desalento da perda, a promessa da esperança e a chama do amor que renasce.



8. A aposta – Rachel Van Dyken

Kacey deveria ter fugido assim que ouviu essas palavras do milionário Jake Titus. O amigo de infância que Kacey não via há anos é hoje um dos homens mais poderosos e cobiçados de Seattle. E ele precisa de um favor dela: que ela finja ser sua noiva em uma viagem para visitar a avó Nadine, que está muito doente. Kacey aceita sem hesitar, afinal, o que poderia acontecer em apenas quatro dias? Mas o que ela não esperava era reencontrar Travis, o irmão mais velho de Jake, Quando mais novo, ele adorava perturbar Kacey: já incendiou uma boneca, colocou uma cobra em seu saco de dormir. Por isso, recebeu dela o apelido de “Satã”. Mas depois de tantos anos, Kacey se vê diante de um homem lindo, por quem se apaixona no momento em que vê o seu sorriso. O que ela não sabe, no entanto, é que os dois irmãos haviam feito uma aposta quando eram meninos: quem se casasse com Kacey receberia um milhão de dólares. Em “A Aposta”, da autora best-seller do New York Times Rachel Van Dyken, Kacey terá que descobrir qual dos irmãos é o cara certo e fazer sua escolha. Essa é a única certeza que lhe resta.



 E aí, vocês já leram algum desses livros? Se interessaram por qual? Me contem nos comentários, posso fazer resenha sobre alguns deles se vocês quiserem! E lembrem-se: não deixem de aproveitar essas férias para fazer aquilo que vocês mais gostam. Dar aquela respirada antes do segundo semestre do ano começar é muito importante e ler é sempre uma boa pedida para relaxar e colocar os pensamentos em ordem.

Beijos, beijos


Ju.