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O oxigênio para a alma - por Júlia Groppo

09 setembro 2015

Foto: Júlia Groppo
Quem me conhece de verdade, sabe do meu amor pelos livros. Quer me deixar feliz? Me indique algum bom, me leve para passear em uma livraria nova ou então me informe sobre os bazares que vão acontecer nos próximos finais de semana. Livros por apenas cinco ou dez reais? Custo-benefício dos bons. Sebo? Para mim, é point! Dentre as coisas que mais me fazem feliz, está um bom livro. Dentre os meus programas preferidos, ouso dizer que um dia chuvoso, um chocolate bem quente e uma cama desarrumada é o que me convém. A cama, provavelmente, continuará desarrumada. Mas, dentro de mim, as coisas farão muito mais sentido.
É nos livros que encontro minha calmaria, algumas das respostas para as minhas perguntas e também conselhos de ouro. É também nos livros que me identifico com personagens, me perco dentro das histórias e acabo me encontrando nos conselhos de Martha Medeiros à Zygmunt Bauman. Cada livro é único, mas há inúmeras interpretações que podem ser feitas de uma mesma obra literária. Aí que está a beleza: um livro pode ter diferentes significados para cada uma das pessoas que agarram a chance de se aventurar por cada página. Um livro pode também ajudar as pessoas de formas completamente diferentes. A história nunca muda. A perspectiva sobre ela, sim.
Um livro vive com você. Carrega as marcas do café que você derramou num dia difícil e desastroso e também tem um capítulo todo defasado devido à chuva que você tomou naquele dia de correria. Ele estava lá, debaixo do seu braço, quando você recebeu uma notícia incrível; estava na sua bolsa enquanto você realizava uma entrevista de emprego e também permaneceu por muito tempo na sua estante, embelezando o seu quarto, o seu viver e a sua vida. Ele já te fez perder a hora de um compromisso, pela ânsia de terminá-lo; já te ajudou a distrair a cabeça num dia complicado. Você pode olhar em volta e não enxergar ninguém por perto, mas se estiver acompanhado de um bom livro, jamais estará sozinho de fato. Muitas vezes, um livro pôde me entender e me ajudar bem mais que as pessoas.
Em minha humilde opinião, a vivacidade é diretamente proporcional à quantidade de espaço que um livro tem em sua vida. Um em especial, vários de uma vez, um trecho por dia. Ler deveria ser como respirar, só que com os olhos, cabeça e coração. Ambos BEM abertos - cada qual a sua maneira.
Eu leio, tu lês, ele lê. Logo, eu vivo, tu vives, ele vive.
Beijos, beijos
Ju Groppo

Filme O Pequeno Príncipe

28 agosto 2015

Vou começar o post adiantando algo que você pode ter vindo buscar aqui. Vale a pena sim assistir ao filme. 1) Se você não gosta da história, vá apenas para levar as crianças da sua família ou seus próprios filhos. 2) Se você não gosta da história, vá para apreciar o trabalho de animação feito nesse filme. 3) Se você nunca entendeu bem o livro por diversos motivos, vá para se apaixonar por uma história que faz muito sentido e que ainda vai te divertir por algumas horas. 4) Agora, se você é um apaixonado por esse livro, você vai se encantar; vai ficar meio bobo, vai rir, vai chorar muito e vai repetir as frases que decorou, como "O essencial é invisível aos olhos"... 
Confesso que, mesmo tendo lido o livro, nunca entendi o fascínio das pessoas por essa história. Eu sei que as mensagens passadas por Saint-Exupéry são lindas e fazem todo o sentido do mundo. Mas, ah, não conseguia me apaixonar... Até quando assisti ao filme dirigido Mark Osborne. 
É engraçado e tem uma ação fantasiosa e inocente que faz a gente querer pegar os personagens no colo e apertar e esmagar e *fazer a felícia*! É lindo! Com a história da garotinha super controlada pela mãe e a mãe controladora, porque pensa que está fazendo o melhor pela filha, e com o personagem do vizinho maluco, que, afinal, não é tão maluco assim, tudo passa a fazer mais sentido! Quer dizer, a história do Pequeno Príncipe passa a ficar mais clara para quem não tinha entrado no clima apenas com o livro.
Acho que as duas mensagens mais importantes do filme, para mim, são as que falam sobre infância VERDADEIRA e sobre cativar o amor das pessoas. Sobre a infância, hoje em dia, poucas crianças sabem o que é brincar até cansar, poucas sabem correr e rir e esquecer, mesmo que por alguns segundos, do mundo tecnológico que as cercam. E cativar é tudo na vida! É atrair pessoas boas, é saber perceber quem realmente vale a pena e quem você apenas tem que tolerar, mas acima de tudo, é atrair alguém que te ame! Um cara ou uma mulher que te ache maravilhoso e te ame do jeito que você é! Tudo isso só se torna possível, se você atrair com seu jeito de ser, sua índole e seus princípios, a pessoa certa ou alguém tão bacana quanto você.
Enfim... 
Vá ao cinema para curtir um tempinho de sossego e aproveite pra refletir!
Com amor,
Bru






Imagens deste post: www.google.com.br

Dicas de livros para dar de presente

12 junho 2015
Oi, galera!
Algumas turmas do quarto ano de Jornalismo da PUC-Campinas (inclusive a minha) estão fazendo um amigo oculto literário, na aula de Jornalismo Literário. A tradição começou com o professor Fabiano Ormaneze e a boa ideia se espalhou. Os alunos amam! A ideia é trocar livros jornalísticos e de preferência que envolvam o jornalismo literário. A brincadeira é como um ritual de despedida, pois grande parte dos alunos segue para o próximo semestre com o objetivo de produzir o trabalho de conclusão de curso e, consequentemente, se despedir dos quatro anos de aulas de Jornalismo. Bom... Achei que seria legal aproveitar o embalo do amigo oculto e dar dicas de livros jornalísticos e não-jornalísticos para aqueles que querem presentear amigos e conhecidos com livros, mas não fazem ideia do que comprar.
Espero que seja um post útil!
Com amor,
Bru Gomes

DICAS DE LIVROS


A Poeira dos Outros – Ivan Marsiglia

Pra mim, um dos melhores. Li em dois tempos. São reportagens publicadas ao longo da carreira de Ivan. Usa as técnicas da literatura para contar fatos reais e interessantíssimos. Valeu cada cetavo que paguei!

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Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

À mesa com o Valor - Robson Borges e Angela Klinke


Quero muito! Lançou ontem!!! Ele foi publicado como indicação na Folha de S.Paulo e eu fiquei doida. É uma coletânea de entrevistas feitas pelo Valor Econômico com 50 personalidades. 

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Foto: reprodução
Crime e castigo – Zuenir Ventura

Ainda não li! Mas ta na wishlist!

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Chico Mendes - Crime e castigo reúne reportagens escritas por Zuenir Ventura a respeito do maior líder ambientalista que o Brasil já teve. Quando foi assassinado, em 22 de dezembro de 1988, Chico Mendes estava com 44 anos e era mundialmente reconhecido por sua luta pela preservação da Amazônia. No Estado do Acre, à frente dos seringueiros que organizou, Chico desenvolveu táticas pacíficas de resistência para defender a floresta, que a partir da década de 70 sofrera um acelerado processo de desmatamento para dar lugar a grandes pastagens de gado. Chico lutou contra a devastação e chamou a atenção do mundo para essa luta. O New York Times já o havia considerado 'um símbolo de todo o planeta' e a ONU já o premiara, mas Chico Mendes precisou ser assassinado para ser reconhecido no Brasil. O líder seringueiro havia anunciado sua morte iminente, depois de ter recebido inúmeras ameaças. Em cartas, artigos e entrevistas, denunciou os suspeitos às autoridades brasileiras, que não tomaram nenhuma providência de fato para evitar sua morte. O livro de Zuenir Ventura é dividido em três partes. A primeira, 'O crime', reúne as reportagens feitas para o Jornal do Brasil no começo de 1989, logo após o assassinato do seringueiro. Na segunda, 'O castigo', estão as reportagens produzidas dois anos depois, em 1990, juntamente com Marcelo Auler, durante a segunda e a terceira viagens do repórter ao Acre, para cobrir o julgamento dos assassinos. '15 anos depois' é a terceira parte, com textos de outubro de 2003, quando Zuenir revisitou lugares e personagens envolvidos no crime. (Fonte: meu amigo Google)

Foto: reprodução

Perfis – Sergio Vilas-Boas

Ainda não li! Mas tá na wishlist!


Revista e ampliada, a 3ª edição da obra traz os perfis de 22 personagens, desde artistas e escritores até empresários, jogadores de futebol e 'pessoas comuns', que acabam também por revelar a figura do autor-jornalista Sergio Vilas-Boas - algo característico ao gênero biográfico e autobiográfico do jornalismo. Escrever sobre o outro nunca é fácil e requer sensibilidade para não se deixar levar pela ideia ilusória que, muitas vezes, construímos sobre o outro. Munido de perguntas e curiosidade, o autor cria narrativas e reflete sobre seus personagens com o intuito de melhor entendê-los. Assim, elabora perfis que fogem do estilo das reportagens biográficas geralmente publicadas nos meios comunicacionais. 'Perfis - O mundo dos outros - 22 personagens e 1 ensaio' vem, portanto, para suprir a carência do jornalismo brasileiro com relação à criação de perfis, contemplando personagens fora do tradicional circuito artístico, além de apresentar um ensaio de fechamento denominado 'A arte do Perfil', por meio do qual o autor compartilha dicas e conhecimentos com aqueles que desejam elaborar perfis. (Fonte: meu amigo Google)

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Foto: reprodução

Entretanto, foi assim que aconteceu – Christian Carvalho Cruz

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Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Jornalismo Literário – Felipe Pena

É um livro essencialmente teórico, mas dá muitos exemplos de bom livros escritos ao melhor estilo do jornalismo literário. Pena consegue nos fazer entender do que se trata esse assunto que gera tanta polêmica dentro das faculdades de Jornalismo.

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Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Depois de Auschwitz – Eva Schloss

Eva Schloss é a meia irmã de Anne Frank. O pai da garota que tocou o mundo todo com suas palavras de adolescente assustada se casa pela segunda vez após o fim da Segunda Guerra com a mãe de Eva. Essa, por sua vez, também conta sua história após anos de sofrimento nos campos de concentração. Eu amei, de verdade. E recomendo a leitura com todas as minhas forças! <3

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Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Hiroshima – John Hersey

Hiroshima é um dos melhores livros-reportagem já vistos. Ele conta o que cada um dos personagens do livro estavam fazendo momentos antes da explosão da bomba. Esse livro é referência para jornalistas, mas devia ser lido por todos os profissionais e qualquer pessoa que se interessar por histórias reais e chocantes. 

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Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Restos Humanos – Elizabeth Haynes

Confira o que eu achei da leitura AQUI

É um suspense policial e psicológico, mas não há derramação de sangue! Vale a leitura para aqueles que gostam desse gênero.

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Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Douglas e Outras Histórias – Antônio Prata

Livro cômico e muito bom para ler em dias de friozinho. Ele tem poucas páginas com crônicas muito inteligentes! É o livro de estreia do Pratinha! <3



Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Como eu era antes de você – Jojo Moyes

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Lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo. Presenteie junto com um pacotinho de lenços.

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Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Noites Lebloninas – João Ubaldo Ribeiro

Cômico, leve e muito carioca, o bahiano João Ubaldo apresenta, no livro, dois contos que escreveu antes de falecer no ano passado. Que pena... Uma obra incompleta que só deixa um gostinho de quero mais! <3

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Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Cem melhores crônicas – Mario Prata

Ainda não li. Comprei em um sebo e estou namorando esse livro na minha estante, por enquanto. Mas meu pai sempre me falou do Mario Prata. E, julgando pelo amor que eu tenho pelo Antonio Prata, seu filho, acho que o amor vai ser bem grandão também.

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Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Procurando Mônica – José Trajano

Romance engraçado com a verdadeira história de José Trajano, figurinha conhecida no meio futebolístico. Ele conta a história de seu amor platônico por Mônica. Recomendo, também, de olhos fechados. Curtinho, facinho, fofo e surpreendente. Vai render boas risadas. 

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Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Quem é você, Alasca? – John Green

<3 <3 <3 <3 <3 <3

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Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)


Como eu era antes de você, de Jojo Moyes

11 junho 2015

Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)
Eu não achava que ia gostar desse livro. Pensava que seria mais do mesmo, mas não. A diferença é que esse romance é triste, de fato. E todos diziam que eu ia chorar. Odeio chorar, embora, em alguns casos, a única saída seja se comportar dessa maneira.
A questão é que Will, 35 anos, e Lou, 26 anos, se encontraram em uma cidadezinha no interior da Inglaterra, de modo que passaram a preencher as vidas vazias que levavam. Não que Will desejasse essa vida para ele, mas por um desastre da vida, foi parar em uma cadeira de rodas, preso para sempre naquela condição. E Lou, que antes amava trabalhar num café, observar seus clientes, seus hábitos, seus sotaques e costumes, nem sequer imaginava encontrar alguém que precisasse tanto de outra pessoa. Era só mais uma num mundo gigantesco que tinha como objetivo maior ajudar sua família, que passava por um angustiante aperto financeiro. 
Após receber a notícia de que o café que tanto amava trabalhar fecharia suas portas, Lou percebe que não pode ficar sentava vendo TV ao lado de seu avô enquanto sua família precisa de ajuda. As tentativas de procurar emprego não estavam dando certo até que aceita trabalhar como cuidadora de um tetraplégico. O que ela não sabia é que encontraria alguém que realmente fizesse diferença na sua vida; que fizesse rever seus conceitos, que fizesse buscar mais do que apenas um dinheiro ao final do mês.
Lou, Will, Treena, Patrick, Camilla Trainor, Nathan, Georgina, Thomas (e alguns mais) são todos personagens de uma história que tem tudo pra deixar você chorando por horas após a leitura da última página. São 318 páginas de algumas tentativas frustrantes e outras bem sucedidas de fazer com que Will possa viver uma vida plena, mesmo que por pouco tempo.
É narrado em primeira pessoa (e isso faz muita diferença pra mim) por Louisa, mas em algumas ocasiões, a autora resolveu colocar capítulos narrados por outros personagens. Preciso dizer que um dos melhores capítulos, na minha opinião, é o de Camilla Traynor. Acho que ele mostra a verdadeira angústia de uma mãe que não pode fazer nada para mudar a situação do filho; e que, mesmo que não transpareça, está desesperada.
Além de ser uma leitura tranquila, sem palavras rebuscadas, sem filosofias profundas, sem mimimi, funciona muito bem quando o objetivo é descansar a cabeça. Senti em algumas horas um pouco de ansiedade, impaciência. Queria ele pudesse ser um pouco menor, por não ser, em todos os momentos, uma leitura super mega ultra feliz. Mas nem tudo pode ser perfeito, não é mesmo? 
De qualquer maneira, leiam! Acho que vão gostar :)
Com amor,
Bru Gomes 

Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Próxima leitura...

Menina de vinte, de Sophie Kinsella

Foto: Bruna Gomes (Instagram @blogdabru)

Dica de amiga

03 junho 2015
Por Julia Groppo

A Martha Medeiros é, sem dúvidas, uma das minhas escritoras preferidas. Hoje, vim compartilhar com vocês o porquê gosto tanto dessa mulher e já aviso: tenho certeza que muita gente vai se encantar e ter vontade de correr para as livrarias depois desse post =)
Martha iniciou sua carreira na área da publicidade; mas, depois de certo tempo, o encanto foi embora e ela percebeu que estava no lugar errado. Após passar cerca de oito meses no Chile, acompanhando seu marido numa viagem de negócios e onde escreveu diversas poesias, a escritora voltou ao Brasil e deslanchou na carreira literária. Hoje, apresenta cerca de 18 obras, entre crônicas e romances. Seu último lançamento foi em 2014, com uma trilogia que fala sobre o amor, a felicidade e a liberdade, temas que estão sempre em discussão. Louco isso, né gente. Ta aí a prova de que precisamos passar por momentos não tão bons para que possamos nos encontrar de verdade, e a Martha Medeiros não esconde conselhos que aprendeu durante todo esse tempo, ao contrário disso, ela os compartilha em seus livros.
Agora, imaginem só poder ter alguém que te entende nos momentos mais difíceis? É assim que me sinto quando leio qualquer um de seus livros. Martha já me ajudou a superar um amor, uma amizade destruída, uma grosseria de graça que ganhei num dia difícil, me fez entender a importância de um abraço sincero, já me ajudou a compreender que a vida acontece aos poucos e que nunca, jamais, devemos deixar um dia ir embora sem enxergamos, pelo menos, algo de bom nele. 
Vou aproveitar o momento e indicar pra vocês um livro dela que tem sido o meu companheiro de estrada: "Non-stop, crônicas do cotidiano". Ele é de bolso, ou seja, super prático, e traz diversas crônicas sobre os assuntos que mais nos intrigam no nosso dia a dia; o Non-Stop é uma delicia para carregar na bolsa e levar onde quer que você vá; abra o livro em qualquer página e tenho certeza que você se identificará em algum momento! Dica de ouro, hein?


Sempre gostei de encontrar nos livros algumas respostas para as minhas perguntas mais malucas e frequentes. Nossos livros são como amigos que podem nos ensinar lições valiosas. É engraçado poder ter uma resposta de alguém que não te conhece, mas que já passou pelo que você está passando agora e teve a audácia de dividir isso com o mundo todo. Martha, você tem o meu respeito.
Na semana passada, postei lá na página do Facebook do Blog da Bru a crônica "Quanto vale um sim", uma das minhas preferidas, não deixem de dar uma olhada. Vou deixar aqui embaixo pra vocês links de onde vocês podem comprar outros livros dela. Se prestarem atenção, a autora têm conselhos incríveis que podem nos ajudar sempre. Espero que gostem e que se encontrem em seus textos.
Beijos, beijos
Ju


Quer comprar os livros da Martha?

Indicamos o site da Saraiva, porque é o que nós mais usamos! Mas sempre pesquise os melhores preços!

Feliz por nada Compre na Saraiva

A graça da coisa Compre na Saraiva

Doidas e santas Compre na Saraiva

Non-Stop: Crônicas do cotidiano Compra na Saraiva

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Exposição fotográfica África-Moçambique, em Campinas

02 junho 2015
Lindas e lindos!!!
Esse convite que vou fazer para vocês é com todo o amor do mundo!
Meus amigos vão expor um trabalho maravilhoso que fizeram para o TCC da faculdade de Jornalismo, da PUC-Campinas. A vernissage será às 19h30, na Livraria Saraiva, localizada no 2º piso do Shopping Iguatemi Campinas!
O André e o Bruno foram são meus veteranos e conheci eles desde o primeiro dia de faculdade, então quero muito ver meus leitores lá para dar uma moral! E, quem sabe, me conhecer também! <3
Além de tudo isso, o dinheiro que eles arrecadarem com a venda dos quadros vai servir para construir uma escola e um posto de saúde na aldeia de Pinda, localizada no distrito de Morrumbala, estado da Zambézia, no centro-oeste de Moçambique.
A mostra, que ficou exposta por um mês no Urban Arts Campinas, localizado no Cambuí, fica na Livraria Saraiva até 30 de junho. Nela, vocês poderão apreciar 34 fotografias que retratam a realidade Moçambicana após 40 anos de sua independência de Portugal.
Muito muito muito demais!!
Vejo vocês lá!
Com amor,
Bru Gomes

Foto: André Montejano
Foto: Bruno Machado

Foto: André Montejano
Vernissage Exposição África-Moçambique:
Onde? Livraria Saraiva, no 2º piso do Shopping Iguatemi Campinas
Quando? Amanhã, dia 3 de junho, às 19h30

Cheguei! - por Julia Groppo

06 maio 2015


Vou confessar: comecei esse post umas cinco vezes; lia, relia, apagava metade e, quando menos esperava, já tinha começado tudo outra vez. Acho que isso aconteceu porque o novo sempre me assustou. Ao começar novas fases, relacionamentos e ciclos, me via tremer, o coração acelerar e a ansiedade chegar a um ponto que me fizesse querer voltar pra trás. É claro que, na maior parte das vezes, eu não deixei o medo vencer. Com essa nova porta que, graças a Bru, surgiu na minha vida, não foi diferente. Mas, há algum tempo, ando impedindo esse medo de sequer chegar perto de mim. Foi aí que parei, respirei fundo e pensei ‘’se eu não fizer aquilo que eu realmente quero, não vou ser a Júlia que conheço, não vou mostrar a todos aquilo que eu realmente sei e que quero compartilhar’’. Quando o novo chega, ele quer espaço para se encaixar na sua rotina, ele quer que você esteja aberto para sair da sua zona de conforto e se jogar numa oportunidade que pode render bons frutos alguns quarteirões depois. Claro, é tão mais fácil virar na primeira esquina que a vida coloca na nossa frente, pegar uma rua de mão única e sequer precisar usar o para-brisa, já que o tempo está completamente limpo; mas, convenhamos, essa não é a melhor escolha, apesar de ser a mais simples.
Quando eu e a Bru nos encontramos pela primeira vez, logo de cara percebi que ela não era daquelas que escolhe a maneira mais fácil. Logo, me identifiquei; minutos depois, senti que nos daríamos bem de uma forma que nos acrescentaria não só numa amizade que ali vi nascer - mesmo essa sendo a minha parte favorita - mas também de uma forma profissional, em que uma pudesse contar com a outra para crescer. Quando ela me fez o convite, apesar do tal medo tentar surgir, eu não pude deixar de pensar no quanto isso seria bom, tanto pra mim, quanto pra ela.
Além disso, não poderia deixar de falar logo no meu primeiro post sobre o que me aproximou da Bru e sobre o que me trouxe até aqui, que é o que eu escolhi ser na minha vida: jornalista. Mas como eu cheguei ao Jornalismo, vocês me perguntam. A única certeza que eu tinha no ensino médio é que queria um curso que me permitisse viver algo novo todos os dias e que me desse a oportunidade de lidar com pessoas diferentes. Fui pega de surpresa no meu segundo ano, quando imaginava ser diversas coisas ao mesmo tempo, até que o jornalismo me encontrou e eu me encontrei nele. Poder ter voz perante o mundo e dar ao mundo voz suficiente para ser ouvido sempre foi algo que me encantou na profissão, e, mais ainda, poder compartilhar com os outros minhas experiências e o que eu sei de verdade sobre a vida, até agora, faz meu coração bater mais rápido, sem dúvidas.
Cursando meu segundo ano de Jornalismo na PUC-Campinas e há 19 anos me perdendo por aí pra me achar, quem sabe um dia, é que me esforço para ser uma jornalista de moda e é como venho convidar vocês para me acompanhar nessa nova jornada. Toda quarta-feira, vocês vão encontrar posts meus aqui no Blog da Bru sobre moda, jornalismo, livros, cinema, gastronomia, além de outros assuntos que tem tudo a ver comigo, com a Bru e com VOCÊS. Onde vou chegar a partir daqui, só Deus é quem sabe, mas se eu me esforçar de verdade, sei que meus sonhos – tão sonhados (e quem me conhece, sabe que às vezes é até preciso por os meus pés no chão) – vão se realizar. E eu espero, de verdade, que a Bru possa estar comigo para, no futuro, estourarmos uma garrafa de champanhe e lembrarmos como tudo isso começou.
Então, que tal embarcar comigo nessa rua de mão dupla, onde aprenderemos uns com os outros, podendo encontrar pelo caminho muita chuva, carros na contramão e um trânsito daqueles? Não será o caminho mais fácil, eu garanto, mas nunca fui de gostar do jeito mais simples; o legal nessa vida é ser desafiado não só pelo mundo, mas enfrentar os desafios que você impõe a si mesmo. Eu me desafio. Vocês embarcam nessa comigo?
Beijos,
Julia Groppo

Querem me acompanhar todos os dias da semana? 
Tirar dúvidas e conversar um pouco sobre a vida? Olha minhas redes sociais aí:
Instagram: @juliagroppo
Facebook: Júlia Groppo

Email: julinha_20-04@hotmail.com
                                   

Vamos expandir nossas experiências literárias?

27 abril 2015
Foto: @blogdabru
Sempre fui muito aberta com relação aos tipos de leitura que eu buscava nas estantes das livrarias e das bibliotecas. E desde pequena foi assim... Já cheguei a ler aventuras, romances, suspense e qualquer coisa que mexesse com a minha imaginação de menina. Mas nos últimos anos, comecei a perceber que, tanto eu, quanto as pessoas que me cercavam, estavam lendo sempre os mesmos tipos de livros, as mesmas histórias, os mesmos estilos literários. Comecei a me preocupar depois de visitar as hashtags do Instagram "livros" ou "livro", e até mesmo "leitura". Grande parte das fotos que as pessoas postavam lá eram dos mesmos livros, nunca fugindo do clichê que os best-sellers podem se tornar. 
Por um lado, a falta de variedade na literatura pode ser um pouco prejudicial para o leitor, porque as possibilidades de novos aprendizados se perdem na mesmice das escolhas. De qualquer maneira, ler sempre será um avanço na vida das pessoas. E não sou eu que afirmo, pois isso já está provado cientificamente. 
O ponto que quero chegar é: estamos expandindo nossos limites literários ou nos fechando em um pequeno círculo vicioso que algumas livrarias e empresas nos impõe através de ações publicitárias? 
Claro que também sou vítima desse jogo injusto. Injusto, quero dizer, no sentido de negarmos a existência de bons autores e obras de qualidade, mesmo que pouco conhecidas por todos.
Então essa é a proposta do post de hoje. Vamos abrir um pouco mais nossos horizontes? Que tal ler algo mais leve, se sua leitura for sempre pesada e com temas complicados? Ou que tal ler um suspense, ao invés de se apegar, somente, aos livros de amor, mocinha e mocinho, princesa e príncipe? A ideia é sair da zona de conforto, é perguntar aos professores, amigos, blogueiros, bibliotecários o que eles realmente podem indicar que fará diferença na sua vida como leitor. Essa diferença pode não estar no fato de você gostar ou não do enredo, ou do tipo de escrita. Porque ser um leitor também significa ter preferências mais específicas sobre algum estilo de leitura, mas conhecer diversas áreas desse universo que é tão grande e vasto. Precisamos nos permitir! Tanto na vida, no cotidiano, como no mundo das palavras, páginas, capas e contra-capas. 
É possível passar de um livro escrito por Dostoiévski a um livro escrito por Antônio Prata, sem necessariamente trair seus ideais!
Se eu puder recomendar uma leitura gostosa e fluída... São reportagens ao melhor estilo literário! Escritas por um brasileiro e que terei a oportunidade de conhecê-lo na próxima semana. Christian é experto e sabe escrever jornalisticamente de uma maneira sincera e diferente.

Foto: @blogdabru

Vamos nos permitir?

Wishlist de Natal, por Bruna Gomes

10 dezembro 2014
Chegou aquela época do ano que se resume a comer e ganhar presentes! kkk Brincadeiras à parte... Escolhi cinco livros que eu amaria ganhar e espero que ajude as pessoas que não fazem ideia do que pedir de Natal, de amigo secreto, ou não sabem como presentear alguém. Coloquei os links dos sites que eu confio para que vocês escolham os melhores preços ou a loja em que mais confiam.Vamos lá?

Instagram @blogdabru
1) Viagem à Calábria, de Sérgio Capparelli

Encontrei esse livro na estante de uma livraria aqui em Campinas e quase levei! É de um jornalista brasileiro. Amei!


http://www.submarino.com.br/produto/120172510/livro-viagem-a-calabria

http://www.saraiva.com.br/viagem-a-calabria-7897668.html

http://www.livrariacultura.com.br/p/viagem-a-calabria-42275038

http://www.fnac.com.br/viagem-a-calabria/p/666623

2) Sete anos, de Fernanda Torres

Depois do sucesso de Fim, Fernanda Torres mostra mais uma de suas facetas como escritora. E eu não quero perder isso por nada! 


http://www.submarino.com.br/produto/120625988/livro-sete-anos-cronicas

http://www.saraiva.com.br/sete-anos-8106660.html

http://www.livrariacultura.com.br/p/sete-anos-42692663?id_link=8102&gclid=CIvt2ZW8u8ICFchr7AodSA4A7w

http://www.fnac.com.br/sete-anos/p/670607

3) Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo, de Sophie Mas, Caroline De Maigret, Anne Berest, Audrey Diwan

Fiquei super curiosa! Alguém aí já tem? Será que é muito igual ao livro A Parisiense?


http://www.submarino.com.br/produto/120731166/livro-como-ser-uma-parisiense-em-qualquer-lugar-do-mundo

http://www.saraiva.com.br/como-ser-uma-parisiense-em-qualquer-lugar-do-mundo-8141546.html

http://www.livrariacultura.com.br/p/como-ser-uma-parisiense-em-qualquer-lugar-do-mundo-42743472

http://www.fnac.com.br/como-ser-uma-parisiense-em-qualquer-lugar-do-mundo/p/670841

4) Não sou dessas, de Lena Dunham

Será que esse livro é tão bom quanto parece? Fiquei com muita vontade de ler! A capa tá demais! 


http://www.submarino.com.br/produto/120789940/livro-nao-sou-uma-dessas

http://www.saraiva.com.br/nao-sou-uma-dessas-8141734.html

http://www.livrariacultura.com.br/p/nao-sou-uma-dessas-42744145

http://www.fnac.com.br/nao-sou-uma-dessas-lena-dunhan/p/671721

5) Brigitte Bardot, de Marie-dominique Lelièvre

Esse autor já escreveu um livro sobre Saint Laurent e arrasou! To louca pra ler esse sobre a Brigitte! Ps.: esse é meu favorito da wishlist!


http://www.submarino.com.br/produto/120732927/livro-brigitte-bardot

http://www.saraiva.com.br/brigitte-bardot-8107625.html

http://www.livrariacultura.com.br/p/brigitte-bardot-15062842

http://www.fnac.com.br/brigitte-bardot-biografia/p/670856

A vida do livreiro A. J. Fikry, de Gabrielle Zevin

12 setembro 2014

Cheirinho de livro novo e uma frase muito verdadeira na capa: "Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo." E foi assim que iniciei a leitura de A Vida do Livreiro de A. J. Fikry, um livro totalmente despretensioso, de uma autora jovem formada em Harvard. Gabrielle Zevin começou escrever aos 14 anos e este romance é seu oitavo livro. A estória de A.J. me atraiu por diversas qualidades. Leitura leve que narra o renascimento de um viúvo jovem ao descobrir uma garotinha abandonada dentro de sua livraria, localizada em Alice Island. A vida do livreiro A. J. Fikry é, definitivamente, uma história de amor improvável. Tão delicada e simples que dá vontade de viver mais algumas páginas com A.J., Maya e Amelia. Eu amei! Acho que vocês também vão amar!

Páginas: 186
Editora: Paralela
Autora: Gabrielle Zevin

Quero comprar A-GO-RA!
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Tag: Hábitos de Leitura da Clarissa Corrêa

18 agosto 2014
Oi, meninas!
Olha que legal...
Estava com esse post guardado há um tempinho, porque eu queria ler os livros da Clarissa Corrêa antes de postar. Vocês sabem o quanto eu amo as crônicas dela e o quanto elas me ajudaram nas horas mais difíceis, então fui atrás da autora de "Para Todos os Amores Errados" e "Um Pouco Além do Resto" na internet e consegui que ela respondesse essa tag para mim! Fiquei super feliz quando vi o email dela lá na minha caixa de entrada! Vocês podem imaginar, né? rss... Pedi para ela uma foto da estante dela, mas ela se desculpou e disse que ainda estava fazendo uma estante e que seus livros estavam dentro de caixas. De qualquer forma, já é muito legal saber um pouco mais sobre essa super escritora que tanto amamos! Espero conseguir resposta de mais escritores para trazer aqui no Blog da Bru! Tomara que gostem! 
Um beijo,


                                                                             @blogdabru


Blog da Bru: Tem costume de ler apenas um ou mais livros por vez?
Clarissa Corrêa: Eu leio mais de um por vez, sempre.

Blog da Bru: Qual tipo de história é a sua preferida?
Clarissa Corrêa: Gosto de romances.

Blog da Bru: Tem preferência por alguma editora?
Clarissa Corrêa: Não.

Blog da Bru: Já comprou algum livro pela capa?
Clarissa Corrêa: Acho que todo mundo já fez isso, né? Quando a capa é muito bonita acaba chamando a atenção.

Blog da Bru: Qual é seu livro preferido? E autor(a)?
Clarissa Corrêa: Um livro que me marcou muito foi "A insustentável leveza do ser", do Milan Kundera. Gosto da Jane Austen, Virginia Woolf, Caio Fernando Abreu.

Blog da Bru: Qual a melhor história que já leu?
Clarissa Corrêa: Já li muitas histórias boas, seria injusto citar apenas uma.

Blog da Bru: Das séries de livros, há algum pela qual você tenha se apaixonado?
Clarissa Corrêa: Não.

Blog da Bru: Internet ou livraria?
Clarissa Corrêa: Não tem nada melhor que vasculhar as estantes da Cultura, sentar, tomar um café e folhear os livros.

Blog da Bru: Quantos livros você tem na sua casa?
Clarissa Corrêa: Não faço ideia. Antes eu tinha mais apego, agora consigo me desvencilhar das coisas (e isso inclui livros). Acho que a gente não precisa de tanto para viver. Menos é mais, né?

Blog da Bru: Em qual horário do dia você costuma ler?
Clarissa Corrêa: À noite.

Blog da Bru: Sofá, cama, chão, cadeira... Onde se sente mais confortável para ler?
Clarissa Corrêa: Gosto de ler na minha cama e tomando um chá quentinho.

Blog da Bru: Dica para quem não tem muita paciência de ler livros, mas deseja criar esse hábito.
Clarissa Corrêa: Como tudo na vida, uma coisa só vira hábito com boa vontade e disciplina.