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Conheça o programa de intercâmbio da Disney - por Júlia Groppo

23 agosto 2015



E se você pudesse trabalhar no lugar mais mágico do mundo e ainda ter o chefe mais bacana também? Já pensou em dar uma pausa rápida nos estudos e partir para uma aventura inesquecível? O Walt Disney World International College Program é um programa de intercâmbio oferecido pela Disney que contrata jovens brasileiros – e de outras nacionalidades também – para trabalhar temporariamente nos parques e hotéis do complexo. Com duração de oito a dez semanas, tem início sempre em novembro e vai até fevereiro do próximo ano. 
No Brasil, o processo de seleção – que por sinal, é bem concorrido – é feito pela STB, agência que representa o programa aqui. Para participar é simples, as inscrições abrem, geralmente, todo mês de maio; porém, os pré-requisitos são vários e você precisa estar com o inglês na ponta da língua, viu! Algumas palestras de apresentação e até algumas das entrevistas com a própria equipe da Disney são feitas na língua e você será avaliado por isso. Além disso, é preciso estar matriculado em um curso superior reconhecido pelo MEC e estar cursando entre o segundo e penúltimo período.
O ICP é ótimo pra você que, assim como eu, é apaixonado pela Disney e pela sua gestão de funcionários e tem interesse numa experiência diferente e, ao mesmo tempo, divertida. Vale lembrar que você está indo para trabalhar, então é necessário ter responsabilidade com o cargo que será escolhido, além de obedecer aos horários. Outra dica é começar a guardar dinheiro desde JÁ, pois algumas despesas são por conta própria, como passagem e seguro de vida.
Trabalhar na Disney, receber por isso, aproveitar para colocar em prática uma língua diferente – e necessária, como o inglês – além de ter contato com pessoas de diversas nacionalidades... Ai, ai! Quer coisa melhor que isso? Você também terá benefícios por ser um Cast member, como entrada grátis para todos os parques, além de descontos especiais em compras. 
Pensando nisso, convidei a blogueira paulistana Thayná Almeida, de 19 anos, para conversar com a gente. Ela fez parte do último programa, do final de 2014 para início de 2015 e compartilhou com a gente um pouco do que ela viveu e, principalmente, SENTIU:



Thayná, como você conheceu o ICP?
Eu conheci o ICP através da minha irmã. Ela trabalhou duas vezes lá e, na segunda vez, também fui para visitar e foi inacreditável. 

Quando você decidiu que queria tentar? Foi um processo difícil?
Eu decidi quando eu estava numa péssima época para viajar e meu pai me deu de presente de 16 anos essa viagem. Resumindo um pouco, eu não estava conseguindo ficar em lugar fechado e só pensava em como eu iria aguentar dentro do avião. Depois que eu consegui e pisei naquele aeroporto, senti uma paz!! Meu primeiro parque foi o Magic Kingdom, destino ou não, meu primeiro brinquedo foi um no qual eu viria trabalhar 3 anos depois: Peoplemover. Eu saí daquele primeiro dia com uma promessa: eu iria voltar e retribuir tudo o que a Disney fez por mim.

De que forma você acha que ele pode contribuir para os jovens?
Podem tirar tudo da gente, menos a experiência. Você amadurece, querendo ou não. Você passa a ter outra visão do mundo e uma nova direção. Você conhece gente do mundo inteiro e percebe que, citando uma frase que amo, "há um mundo inteiro lá fora esperando para ser explorado". O programa te tira da sua zona de conforto e te desafia a realmente viver a vida!!!

Pensando em você: qual foi o momento mais inesquecível dessa experiência? O que ela mudou na sua vida?
Tem várias!!! rs Mas posso citar duas? A minha road trip de mais de 10h para New Orleans com os meus melhores amigos e o último Wishes que assistimos todos juntos. No meio da viagem, fizemos uma road trip do tipo "só vamos" e passamos quatro dias em New Orleans. Passamos por Alabama e Mississippi, foi cena de filme americano rs. E teve também o último Wishes... O programa não é fácil e sim, você vai rir, chorar, querer ir embora, querer ficar, pensar o que você está fazendo ali e agradecer por tudo que você está passando, bom ou ruim. Nesse último wishes, passa aquele filme pela cabeça de tudo que você enfrentou pra chegar até ali e o melhor: você SE enfrentou. É um sentimento de missão cumprida ter feito parte da magia!


Para aqueles que querem tentar, qual dica você daria?
Mesmo sendo clichê, lá vai: não desista. É um processo demorado, mas ele, por si só, já vale a pena. O não você já tem, principalmente daqueles que dizem que é impossível, então corra atrás do sim. Tem que sair da zona de conforto e arriscar. Você já tem que se enfrentar desde o momento em que decide participar do processo seletivo. Não se esqueça: faith, trust & pixie dust. 


Incrível, né gente? Meu coração acelera só de ouvir falar nesse lugar e nessa experiência tão bacana que a Disney oferece aos estudantes. Gostaria de agradecer a Thayná por ter divido conosco esses meses tão especiais. Além disso, ela tem um blog muito bacana, onde conta muito mais dessa experiência e de outras viagens. Vou deixar AQUI também pra vocês um link com todos os pré-requisitos básicos que você precisa para garantir sua vaga nesse processo seletivo que, lembrando, é bem concorrido, além de toda a documentação, gastos pessoais, informações sobre salários, dicas e depoimentos de pessoas que já tiveram a oportunidade de vivenciar tudo isso! Não perca tempo: vá atrás das documentações, capriche no inglês, junte uma graninha e nunca se esqueça: ''SE VOCÊ PODE SONHAR, VOCÊ PODE REALIZAR'' - Walt Disney.


Beijos, beijos
Ju

Uma viagem pela Chapada dos Veadeiros-GO

20 agosto 2015
Instagram @camilahelenaa
Meu nome é Camila Traunmüller, amiga da Bru, e, a convite dela, tô aqui pra falar do dia que decidi começar a tirar minhas viagens do papel. A primeira delas foi para o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Mas sempre existem aqueles velhos obstáculos como dinheiro, tempo, medo e outras coisas que são bem menores do que a gente pensa. Pra falar a verdade, tudo o que você precisa é de PLANEJAMENTO.
Eu não gosto muito de coisas organizadas demais e tenho uma certa preguiça dessa palavra, mas a realidade é que quando você faz faculdade, trabalha e precisa pagar suas próprias contas isso se torna necessário. Comecei meu planejamento pela passagem de avião até Brasília, que seria a despesa mais cara da viagem. Felizmente procurei passagem em MARÇO, programando a viagem apenas para julho a fim de bater com a semaninha de férias que eu conseguiria pegar no estágio. Por planejar com antecedência, ida e volta pela companhia aérea Azul gastei (incríveis) R$120.
A partir daí precisava ver onde ficar lá na Chapada (veja mais informações nesse post http://goo.gl/fhJSkN). Entre todas as opções, escolhi ficar na Vila São Jorge por ser pertinho da entrada do Parque e, por não estar de carro, lá eu poderia fazer várias coisas a pé ou a base de caronas. Esse é outro detalhe importante antes de ir pra lá, se o seu objetivo é não gastar muito dinheiro e você não liga de passar por “alguns perrengues” então siga as minhas dicas. Agora, se você procura mais conforto e teve um tempo maior para juntar grana, o ideal seria alugar um carro em Brasília e se hospedar em Alto Paraíso onde a estrutura é mais completa. 
Lá, a maioria das cachoeiras é paga, pois ficam em propriedades particulares e isso meio que me “quebrou” no quesito dinheiro. Nessa alta temporada, a cachoeira, que antes custava cinco, agora estava R$15, então a maioria do dinheiro foi gasto nisso. Por sorte descobrimos que para entrar no Parque Nacional era de graça e, como o local possui várias atrações, ficamos por lá durante dois dias. 
Como o dinheiro se foi em cachoeiras, a comida foi um dos quesitos “perrengue” e ficamos a base de bolacha de maisena e frutas por vários dias (hehe), principalmente durante o dia em que estávamos em cachoeiras e trilhas. Mas no camping tinha uma cozinha super equipada, então fizemos muito macarrão com atum e outras invenções para o jantar.

Instagram @camilahelenaa
Conheci 15 cachoeiras nos sete dias que fiquei por lá, fizemos algumas trilhas bem cansativas e conhecemos muita gente, cada um com uma história mais doida que o outro (Salve João!). Saíamos à noite também para um dos únicos bares da vila, o bar do Pelé <3, e para os shows que aconteciam nos campings e na Casa São Jorge. Nesse período de julho a vila estava bem agitada e a galera ficava na rua até às 4h da manhã.  Isso tudo somado ao céu mais lindo que já havia visto na vida.
Além disso, no período que fui para a Chapada, estava rolando o Encontro de Culturas (http://www.encontrodeculturas.com.br/2015/) onde aconteciam várias atividades e tive a oportunidade de conhecer um pouco das tribos Kayapo e Yawalapiti. Conhecemos também a comunidade quilombola Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga, que ficava em Cavalcante. Na maior parte do tempo demos muita sorte com caronas inclusive para voltar para Brasília e, no fim, deu tudo certo.
Bom... Tenho muitas coisas para contar e muitas fotos para mostrar, mas já fica aí um pedacinho da minha viagem para vocês.

Instagram @camilahelenaa
@camilahelenaa
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E aí... Qual é seu momento relax?

15 agosto 2015
Instagram @blogdabru

Você sabe relaxar? Mas você REALMENTE sabe relaxar? Tô falando daqueles momentos que não tem nada de mais sério e urgente para fazer da escola, faculdade ou do trabalho e a gente fica de bobeira mexendo no celular, usando as redes sociais... Mais precisamente, perdendo um tempinho precioso da nossa vida! Falando por mim, às vezes não sei como ter esses momentos de paz de espírito como deveria. Fico tensa, achando que precisava usar esse tempo para fazer meu TCC, quando, na verdade, estou apenas deixando de curtir um momento com meu livro, uma boa xícara de café e um jardim lindo que tenho logo ali, no meu quintal.
Então eu decidi perguntar para vocês: como vocês aproveitam o tempo livre? E vocês foram incríveis em me contar como fazem para curtir os momentos de relaxamento! Por exemplo... Para Caroline Delú, minha amada amiga de Garulhos, não há nada melhor do que fazer um chá, abrir as janelas do quarto, ligar o ventilador para aproveitar o vento e o barulhinho que ele produz, abrir um bom livro e ler; além de finalizar com umas doses de inspiração e algumas palavras em seu caderno de anotações. 

“Em seguida, pego meu caderninho e escrevo um pouquinho. E aí, acabo pegando no sono esperando ter um sonho que me inspire em algum aspecto da minha vida!” @carolinedelu

Instagram @blogdabru
Perguntei para a Sabrina (@sabsiime.photo), a austríaca com quem eu dividi meu quarto lá em Londres, e ela contou: “Para relaxar, eu preparo uma comida para mim e aproveito a refeição para assistir um dos meus dvds ou simplesmente escutar uma música e editar fotos!”. E ela é assim mesmo, gente! Quando estávamos lá, ela também fazia uma corrida matinal às 6 da manhã e voltava super disposta para ir trabalhar! Eu ficava boba com tanta disposição, porque lá em Londres a gente passeava tanto todos os dias que eu não entendia de onde ela tirava tanta energia para se exercitar tão cedo!
A leitora @anaperricone disse que, dentre outras coisas, adora comer e tirar fotos. E preciso confessar que sou dessas também! “Eu como (se for bolo, quentinho), leio, tiro foto, vejo vídeos de gatinhos e cachorros e vivo de amor!”. Já para a leitora @stephanieformig, “Para acalmar o corpo e a alma, não dispenso um livro envolvente, ouvir uma boa música acompanhada das ondas e do azul do mar ou até mesmo ver um filme enrolada num edredom velho pra inclusive quem sabe deixar correr soltas as lágrimas que a gente prende por causa da loucura do dia a dia (com uma pipoquinha e aquele brigadeiro um pouco queimado, claro)”.
Aqui em casa, estou criando o costume de ficar algumas horas no jardim. Acho que trouxe essa mania lá da viagem, em que eu passava muito tempo sentada nos infinitos parques, lendo, comendo, fotografando, conversando com minha família via Facetime! Ah, nesses momentos eu via muitos grupos de amigos reunidos, fazendo picnics, tomando cidra, jogando papo fora... <3
A @maastephanie contou que aproveita o tempo livre pra ficar mais perto da música! Acho justo mostrar o que ela contou lá no insta: “Fecho levemente a porta do meu quarto pego meu violão, uma palheta, o capotraste, ligo meu notebook e toco minhas modas “xonadas” até meus dedos suplicarem por água e um creme hidratante. Tocar violão é o que me faz chegar mais perto da tranquilidade e felicidade que sempre desejei, desde pequena. A música pode ser triste, agitada, romântica, gospel... Seja ela qual for, se for tocada no meu violão, me sinto em meu momento mais relax da semana!”. E, por fim, a Luciana Salles (@salleslu), de Jundiaí, também compartilhou seu momento de relaxar com a gente!

“Eu gosto de ficar no meu cantinho, brincando de editar foto, pesquisar referências de estilo, acender um incenso e ler, e até colocar uma música e mudar as coisas de lugar, mexer, mudar...” @salleslu

Instagram @blogdabru

Bom, seja como for, todo mundo dá seu jeitinho de jogar o estresse fora e aproveitar um tempo sozinha. Tem outras ideias para compartilhar com a gente? Coloca nos comentários! Pode ser uma dica de leitura, uma revista legal, um filme, uma banda nova que descobriu no youtube, qualquer coisa que faça a gente enxergar a vida com mais leveza e que dê um animo a mais para levantar no dia seguinte e seguir da melhor maneira!

Mil beijos,

Bru

Você no Blog da Bru

08 maio 2015
Oi, gente!
Esses dias estava fuçando nos comentários do blog e vi que existem alguns muito bacanas que merecem um destaque. Então, pensei em criar um tipo de post aqui para mostrar os melhores e com mais conteúdo; acho que vale até mandar perguntas e qualquer coisa que vocês queiram saber sobre blog, jornalismo, faculdade, morar sozinha, livros, moda... Acredito que isso pode incentivar a participação de vocês por aqui, porque é muito legal quando vocês, leitores, dividem seus pensamentos, dicas e até mesmo as críticas (boas e ruins) comigo. O primeiro que eu queria destacar é um comentário da leitora Natália Galhardo. 
No dia 29 de abril desse ano, fiz um post sobre a revista Vida Simples aqui no blog. Eis que a Natália me surpreendeu com um comentário grandão, porém muito completo, falando sobre as revistas e hábitos de leitura dela e de sua família. Ela foi tão cuidadosa na hora de escrever, que até colocou os links das revistas e contou um pouco sobre a experiência de assiná-las. 
Para quem quiser participar desse post, é só fazer um comentário legal, com conteúdo bacana, em qualquer post do blog ou até mesmo no Instagram (@blogdabru) e Facebook (AQUI) que eu vou analisar e replicar no post "Você no Blog da Bru".
Acho legal incentivar esse tipo de coisa, porque os blogs vieram justamente para aumentar a proximidade com o leitor. É através desse feedback que nós, blogueiras, sabemos o que está interessando ou não! E quero aprender muito com vocês também. Já recebi críticas negativas, positivas e até mesmo comentários super poéticos e que se referiam a algum texto reflexivo que eu havia escrito!
Aí vai o primeiro comentário que amei. Espero que gostem também!
Um beijo, 
Bru

<3

Ahhh, pensei que era a única que grifava revistas com marca texto!!! hahaha <3 amo! Bruna, você escreve muito bem, direta, com conteúdo e, principalmente, sem vícios de linguagem que muitos blogs têm! Isso faz muita diferença para quem lê! o/ Como Hoteleira de formação e coração, assinei por muito tempo a Revista Viagem e Turismo da Editora Abril. Pra ser mais exata, meu contrato acaba esse mês, e como mudei de área profissional, não vou renovar, mas adoro as matérias. Acho inspirador o conteúdo ímpar que eles publicam para continuar com a revista física nessa era digital. By the way, eu não troco. Tenho problema em ler textos longos no pc, tablet, cel.. acho que minha alma é antiga. Também já assinei a Revista Administradores (http://www.administradores.com.br/). Recebi por um ano, mas no fim não renovei e não sei se eles ainda fazem a edição impressa. O conteúdo é ótimo, e hoje eu acompanho o Portal nas redes sociais.
Minha mãe assina a Revista Saúde, também da Abril. É uma revista bacana, com matérias interessantes, mas nada muito impactante. Meu pai já assinou a Revista Exame e eu, mesmo no colegial, amava ler, devorava quando chegava. Hoje ele assina uma revista Católica que chama O Mensageiro de Sto. Antônio (http://www.omensageiro.org.br/), que eu também leio e contém umas matérias lindas sobre a sociedade, e outras muito boas, sempre nessa linha socio-religiosa.
Outra que amo ler, e minha avó assina, é a Revista Cidade Nova (http://www.cidadenova.org.br/), do Movimento dos Focolares, que participo com minha família. É uma revista ótima, com conteúdo confiável (jornalismo independente, talvez? Não sei dizer), neutro e inspirador. Com matérias sobre economia, política, sociedade, educação, sempre com um pé na fraternidade e semeando uma sociedade mais pacífica e justa. Eu adoro essa revista!! É muito boa mesmo. <3 Meu irmão assina a Revista 02 (http://www.clubeo2.com.br/corredor/?cat=google) sobre corrida e o mundo de triathlon dele! Muito boa, também gosto de ler! 
Ahhhhhh eu leio de tudo!! Leio o jornal que chega em casa toda manhã, leio todas as revistas (até as dos clubes, sem nada importante dentro), amo leitura, amo conhecimento, amo revistas, amo o cheiro de revista nova, até o brilho das páginas, nunca antes tocadas, parece um presente!!
Tem coisa melhor que acordar e ter um embrulhinho todo contorcido no elástico só te esperando para ser lido?? Parece que elas nos esperam com um Bom Dia super feliz!! Hahaha Oh God, how crazy I am?