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Minha experiência num brechó literário - por Júlia Groppo

16 setembro 2015
Foto: Bruno Fini
Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez? A minha aconteceu no último sábado, quando decidi visitar um brechó literário que uma instituição muito bacana da minha cidade estava realizando. Para quem não sabe, sou piracicabana, e aqui existe o Centro de Valorização da Vida (CVV), uma organização sem fins lucrativos, fundada em São Paulo em 1962, com centrais por todo o Brasil (uma delas em Piracicaba). Eles realizam trabalho voluntário para atender pessoas e ajudá-las nas mais diversas situações que tanto nos afligem em nossas vidas: medos, solidão, angústias, depressão, etc. É muito bom ter aquele amigo que sempre te ouve, não é?! Mas nem todas as pessoas tem esse privilégio e é por isso que o CVV existe, para dar voz àqueles que tanto precisam ser ouvidos. 
Mensalmente, a central do CCV aqui em Piracicaba realiza brechós literários para arrecadar fundos. No último sábado, pude acompanhar de pertinho uma das edições e fiquei encantada ao entrar nessa salinha da foto e ver tantos livros me esperando <3 Eu e meu namorado passamos um bom tempo lá dentro fuçando cada cantinho, em busca daqueles que pudessem nos enriquecer de alguma forma. Ele focou nos que abordavam temas de negócios, gestão de empresas e clientes e também em livros sobre marketing. Sim, gente, meu namorado é nerd rs, faz engenharia química e sonha em ter seu próprio negócio (e se empenha nisso desde sempre). Já eu, como futura jornalista que sou, fiquei vidrada nos de crônicas, nos romances adolescentes e nas revistas, que estavam com preços ótimos.
Foi uma experiência muito gostosa olhar todos aqueles livros e imaginar a quantidade de pessoas a quem eles pertenceram; quantas histórias eles carregam em cada uma de suas páginas; quantos segredos escondidos por ali. Como já disse no último texto em que postei aqui no blog, um livro carrega consigo muito mais que sua própria história e, para mim, esse é exatamente o seu poder: o de acrescentar, transformar e passar adiante.
O resultado dessa brincadeira? Um livro, que estava muito bem cuidado, de uma autora que eu gosto bastante, a Meg Cabot. ''A Garota americana'' será o meu próximo companheiro. E, para a minha sorte, a Bru tinha a continuação da história, o ''A Garota Americana - quase pronta'' e estava pensando em doar; mas, agora ele já tem dona hihihi. Valeu, Bru <3 Além disso, comprei algumas edições da revista Vida Simples, que tem uma leitura super leve.

Foto: Bruno Fini


Se você nunca visitou um brechó literário, ou mesmo um sebo, aconselho que o faça! Garanto que não se arrependerá, sairá de lá mais leve e com muitos livros novos por preços incríveis. A próxima edição do brechó literário do CCV de Piracicaba acontecerá no dia 3 de outubro. Se você é daqui ou da região, não deixe de dar uma passada! 
Ei, você também pode doar aqueles livros que mal lembra que tem. Muitas pessoas podem ser bem felizes lendo-os! :) Faça a sua parte! Entre em contato com a central mais próxima de você pela página deles no Facebook
Beijos, beijos,
Ju Groppo
Foto: Bruno Fini

O oxigênio para a alma - por Júlia Groppo

09 setembro 2015

Foto: Júlia Groppo
Quem me conhece de verdade, sabe do meu amor pelos livros. Quer me deixar feliz? Me indique algum bom, me leve para passear em uma livraria nova ou então me informe sobre os bazares que vão acontecer nos próximos finais de semana. Livros por apenas cinco ou dez reais? Custo-benefício dos bons. Sebo? Para mim, é point! Dentre as coisas que mais me fazem feliz, está um bom livro. Dentre os meus programas preferidos, ouso dizer que um dia chuvoso, um chocolate bem quente e uma cama desarrumada é o que me convém. A cama, provavelmente, continuará desarrumada. Mas, dentro de mim, as coisas farão muito mais sentido.
É nos livros que encontro minha calmaria, algumas das respostas para as minhas perguntas e também conselhos de ouro. É também nos livros que me identifico com personagens, me perco dentro das histórias e acabo me encontrando nos conselhos de Martha Medeiros à Zygmunt Bauman. Cada livro é único, mas há inúmeras interpretações que podem ser feitas de uma mesma obra literária. Aí que está a beleza: um livro pode ter diferentes significados para cada uma das pessoas que agarram a chance de se aventurar por cada página. Um livro pode também ajudar as pessoas de formas completamente diferentes. A história nunca muda. A perspectiva sobre ela, sim.
Um livro vive com você. Carrega as marcas do café que você derramou num dia difícil e desastroso e também tem um capítulo todo defasado devido à chuva que você tomou naquele dia de correria. Ele estava lá, debaixo do seu braço, quando você recebeu uma notícia incrível; estava na sua bolsa enquanto você realizava uma entrevista de emprego e também permaneceu por muito tempo na sua estante, embelezando o seu quarto, o seu viver e a sua vida. Ele já te fez perder a hora de um compromisso, pela ânsia de terminá-lo; já te ajudou a distrair a cabeça num dia complicado. Você pode olhar em volta e não enxergar ninguém por perto, mas se estiver acompanhado de um bom livro, jamais estará sozinho de fato. Muitas vezes, um livro pôde me entender e me ajudar bem mais que as pessoas.
Em minha humilde opinião, a vivacidade é diretamente proporcional à quantidade de espaço que um livro tem em sua vida. Um em especial, vários de uma vez, um trecho por dia. Ler deveria ser como respirar, só que com os olhos, cabeça e coração. Ambos BEM abertos - cada qual a sua maneira.
Eu leio, tu lês, ele lê. Logo, eu vivo, tu vives, ele vive.
Beijos, beijos
Ju Groppo

Como treinar seu inglês fora da sala de aula

19 agosto 2015
Oi, gente!
Lá no Instagram perguntei para vocês se eu deveria fazer um post sobre esse assunto aqui no Blog da Bru e alguns de vocês me disseram que SIM, Bru, por favor! Então cá estou eu, que não sou nenhuma expert em inglês viu? Mas acho que me viro muito bem quando o assunto é manter uma conversa normal (mesmo que com alguns tropeços) com pessoas de outros lugares. E fiz aulas de inglês (fora do horário normal de aula) durante a 5ª série até a 8ª série lá no Objetivo mesmo, mas durante a tarde, com um caderno didático em inglês. Então, não frequentei aquelas escolas de inglês como CNA, Wizard, Cultura Inglesa... O básico que aprendi foi na grade curricular que o colegial oferecia (acho que era uma vez por semana) e no ginásio! Fora isso, eu sempre ouvi muito mais música em inglês do que em português, sempre pesquisei letras de músicas e procurei falar a pronúncia correta, além de ver seriados em inglês (mas com legenda). Porém, depois de passar 28 dias em Londres cursando inglês intermediário e fazendo um curso paralelo de Fashion Design, voltei com o inglês melhor, com a leitura fluindo melhor e com algumas dicas de como praticar a língua fora das salas de aula. 
Vamos lá?

Instagram @blogdabru
1) Seja curioso! - para tudo na vida, se a gente não quiser realmente aprender, milagres não acontecerão. Então, seja uma pessoa curiosa. Pesquise palavras que te instigam no Google, ouça a pronúncia dessas palavras (vejam esse site ou esse (minha teacher Tara usava nas aulas), por exemplo, dá pra ouvir a pronuncia das palavras), pergunte aos amigos que estão mais habituados com o inglês e peça uma ajudinha. 
2) Músicas, filmes e seriados em inglês - tente aderir aos filmes sem legenda, preste atenção ao sotaque dos personagens, tente entender o contexto da frase, caso não consiga entender todas as palavras que estão sendo ditas. Com relação às músicas, estude-as com a ajuda de um dicionário. Perceba se você está entendendo o que ela diz mesmo se estiver sem a letra para te ajudar.

3) Intercâmbios e cursos de inglês são bem vindos - se houver a possibilidade, converse com seus pais, junte dinheiro, planeje com antecedência, escolha um país legal no qual você vá exercitar o idioma com frequência. As agências de intercâmbio cultural hoje em dia estão muito bem preparadas. Se o caso for receio dos pais com relação a você visitar o outro país, vá até uma agência e converse com um especialista, pois eles, certamente, saberão como explicar tudo da melhor maneira. Quando eu decidi viajar para melhorar meu inglês, fui até a agência, peguei todas as informações e trouxe o material todo para eles lerem. Fui pela Experimento, lá de Sorocaba, e gostei muito de todo o atendimento e serviço. Eu sempre falava com a Luanda, que me vendeu a viagem, durante o tempo em que eu estava lá. Ela me perguntava se eu estava gostando, se precisava de algo e se tudo estava como o combinado. E, sim, viagens como essa são realmente muito caras. Por isso, trabalhei durante seis meses e juntei o dinheiro que eu levaria para lá e consegui dar uma ajudinha pros meus pais. Mas acredito que, mesmo que não seja uma viagem para daqui 3 meses, vale muito a pena planejar. Comecei a ver a minha um ano antes! Lá eu falava 24 horas em inglês. Até com a minha amiga brasileira Milena, que estava na minha sala de inglês, eu evitava falar em português (confesso que de vez em quando eu falava algo em português porque dava saudadinha de falar na minha língua). Enfim, quando você viaja, entende de uma vez por todas que, se você ficar com vergonha de se arriscar, nem pedir um café no Starbucks será possível. É você e sua capacidade de se virar em um país novo.

4) Livros - a leitura é preciosa quando o assunto é treino e aprendizado de um outro idioma. Se você não tem tanta prática, leia sentado em uma mesa, como se estivesse estudando para alguma prova da escola. Use um dicionário quando não souber alguma palavra. Mas recomendo tentar ler sem ele, e caso não saiba algum significado, tente entender o contexto. Antes de viajar, durante a leitura de livros em inglês, eu ficava travada em algumas palavras; mas lá, como eu sempre lia os jornais britânicos no metrô, eu não tinha como ficar consultando um dicionário ou o Google. Eu procurava entender o contexto de tudo aquilo. Quando cheguei no Brasil, definitivamente absorvi a técnica de entender o contexto da frase. E, com isso, a leitura ficou fluída e mais rápida (ou seja, bem menos cansativa!).

5) Caderno de Vocabulário - essa dica veio do coordenador do centro de línguas lá da UAL, universidade que estudei na Inglaterra. Eles nos deram um bloco de notas e todas as palavras novas que íamos aprendendo conforme o curso ia passando, nós anotávamos lá, e isso ia nos ajudando a memorizar novas palavras e aprimorar o nosso inglês.

6) Converse em inglês com seus amigos - o problema do brasileiro é a vergonha de falar em outra língua (como se fosse feio saber falar outras línguas!). Gente, experiência própria. Era só ter brasileiro que falava melhor que eu do meu lado e eu travava total! Não abria a boca pra nada! Até pra fazer pedido em lanchonete eu deixava pros meus amigos, porque eu morria de vergonha. Que bobagem! E daí se você mandar umas palavrinhas erradas? O londrino está tão habituado a lidar com estrangeiros que eles não ligam se você ficar atrapalhado na hora de fazer seu pedido. Aliás, é bem difícil encontrar um verdadeiro nativo naquele lugar. Basta andar de ônibus ou andar na rua que você escuta mil idiomas ou o inglês com 20 sotaques diferentes hahaha... Tente combinar com seus amigos de conversar em um grupo do Whatsapp ou via Skype somente em inglês. Se não souber falar alguma palavra, tente explicar para eles usando outras que você já domina. Eu faço isso sempre com minhas amigas que fiz no intercâmbio! Nós amamos nos ligar no Facetime e ficar batendo papo!

7) Esteja em contato com a língua sempre! - acho de maior importância o fato de você estar sempre em contato com o inglês. Pra que o idioma seja natural para você, é preciso que você treine seus ouvidos. Eu adorava colocar Friends na televisão, enquanto arrumava meu quarto. Eu ficava ouvindo as falas dos personagens, mesmo quando não entendia muita coisa. Com a internet aí, os EUA, a Inglaterra, a Austrália estão muito perto de nós! Os sites dos jornais desses países são ótimas maneiras de você treinar sua leitura. Use e abuse da internet e dos seus momentos livres! 

Coloquem suas dicas nos comentários! Vamos nos ajudar!

8 livros para ler nas férias - por Júlia Groppo

18 julho 2015


Para mim, julho é um mês especial por motivos de: férias, descanso e leitura em excesso, HÁ! Listei abaixo 8 livros bacanas para vocês lerem nessas férias. Tem pra diversos gostos, hein! Desde romances e dramas até livros de ficção e fantasia. Espero que gostem!


1. Girl Boss – Sophia Amoruso

Sophia Amoruso passou a adolescência viajando de carona, furtando em lojas e revirando caçambas de lixo. Aos 22 anos ela havia se conformado em ter um emprego, mas ainda estava sem grana, sem rumo e fazendo um trabalho medíocre que assumiu por causa do seguro-saúde. Foi aí que Sophia decidiu começar a vender roupas de brechó no eBay. Oito anos depois, ela é a fundadora, CEO e diretora criativa da Nasty Gal, uma loja virtual de mais de 100 milhões de dólares, com mais de 350 funcionários. Além da história de Sophia, o livro cobre vários outros assuntos e prova que ser bem-sucedido não tem nada a ver com a sua popularidade; o sucesso tem mais a ver com confiar nos seus instintos e seguir a sua intuição. Uma história inspiradora para qualquer pessoa em busca do seu próprio caminho para o sucesso.





2. A última carta de amor – Jojo Moyes

Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento.



3. Garota Online – Zoe Sugg

Penny tem um segredo. Com o nickname Garota Online, ela escreve um blog no qual desabafa seus sentimentos mais íntimos sobre amizade, meninos, os dramas do colégio, sua família maluca e os ataques de pânico que começaram a dominar sua vida.  Quando as coisas vão de mal a pior, sua família a leva para Nova York, onde ela conhece Noah, um garoto lindo que toca guitarra, e com quem ela parece ter muito em comum.  De repente, Penny percebe que está se apaixonando — e escreve sobre cada momento dessa história em seu blog, de maneira anônima. Só que Noah também tem um segredo, que ameaça arruinar o disfarce de Penny para sempre. Garota Online é um livro encantador, que traduz exatamente o que significa crescer e se apaixonar na era digital.




4. O duque e eu – Julia Quinn

Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.



5. Deixe a neve cair – John Green

Na noite de natal, uma inesperada tempestade de neve transforma uma pequena cidade num inusitado refúgio para insuspeitos encontros românticos. Em Deixe a neve cair, bem-sucedida parceria entre três autores de grande sucesso entre os jovens, John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle escrevem três hilários e encantadores contos de amor, com direito a surpreendentes armadilhas do destino e beijos de tirar o fôlego. Comédia romântica com a assinatura de um dos maiores bestsellers da atualidade, o livro é o presente de Natal perfeito para os fãs de John Green e de histórias de amor e aventura. O livro vai virar filme em 2016.



6. Por um Toque de Ouro – Carolina Munhóz

Dinheiro, poder e sucesso. Quem não deseja tudo isso? Mas e se alguns milionários na verdade têm muito mais sorte do que outros? E se toda essa sorte se revelasse como um poder especial? Emily O´Connell nunca imaginou que pudesse ter um toque de ouro. Herdeira de uma das marcas mais luxuosas de sapatos e bolsas haute couture do mundo, sorte e glamour praticamente correm no sangue de sua família. Um dia, porém, Emily percebe que sua sorte talvez seja muito maior do que imagina. Na manhã seguinte ao feriado de St. Patrick, após ganhar milhões em uma noite de jogatina, a garota se vê vítima de uma tentativa de estupro. O que a tira das estatísticas policiais, no entanto, é a forma como ela consegue se livrar quase magicamente do perigo. Tudo se complica quando Emily conhece o misterioso e encantador Aaron Locky. Afinal, que segredos ele esconde por trás de seus cabelos compridos e de sua risada irônica? De algum modo, Aaron exerce sobre ela uma atração irresistível, como se uma aura de poder os cercasse e os unisse. Ele tem muito a ensinar a Emily, mas, entre todas as coisas, ela nunca imaginaria que poderia estar envolvida com uma tradição secular lendária.



7. Para onde ela foi – Gayle Forman

‘’Meu primeiro impulso não é agarrá-la nem beijá-la. Eu só quero tocar sua bochecha, ainda corada pela apresentação desta noite. Eu quero atravessar o espaço que nos separa, medido em passos não em milhas, não em continentes, não em anos, e acariciar seu rosto com um dedo calejado. Mas eu não posso tocá-la. Esse é um privilégio que me foi tirado. ’’ Com a mesma força dramática de Se Eu Ficar, agora pela voz de Adam, Para Onde Ela Foi expõe o desalento da perda, a promessa da esperança e a chama do amor que renasce.



8. A aposta – Rachel Van Dyken

Kacey deveria ter fugido assim que ouviu essas palavras do milionário Jake Titus. O amigo de infância que Kacey não via há anos é hoje um dos homens mais poderosos e cobiçados de Seattle. E ele precisa de um favor dela: que ela finja ser sua noiva em uma viagem para visitar a avó Nadine, que está muito doente. Kacey aceita sem hesitar, afinal, o que poderia acontecer em apenas quatro dias? Mas o que ela não esperava era reencontrar Travis, o irmão mais velho de Jake, Quando mais novo, ele adorava perturbar Kacey: já incendiou uma boneca, colocou uma cobra em seu saco de dormir. Por isso, recebeu dela o apelido de “Satã”. Mas depois de tantos anos, Kacey se vê diante de um homem lindo, por quem se apaixona no momento em que vê o seu sorriso. O que ela não sabe, no entanto, é que os dois irmãos haviam feito uma aposta quando eram meninos: quem se casasse com Kacey receberia um milhão de dólares. Em “A Aposta”, da autora best-seller do New York Times Rachel Van Dyken, Kacey terá que descobrir qual dos irmãos é o cara certo e fazer sua escolha. Essa é a única certeza que lhe resta.



 E aí, vocês já leram algum desses livros? Se interessaram por qual? Me contem nos comentários, posso fazer resenha sobre alguns deles se vocês quiserem! E lembrem-se: não deixem de aproveitar essas férias para fazer aquilo que vocês mais gostam. Dar aquela respirada antes do segundo semestre do ano começar é muito importante e ler é sempre uma boa pedida para relaxar e colocar os pensamentos em ordem.

Beijos, beijos


Ju. 

Uma curva no tempo, de Dani Atkins

01 julho 2015

Sinopse:

A noite do acidente mudou tudo... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo. Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim... Ou funciona?
A noite do acidente foi uma grande sorte... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou. Mas porque será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente? 

Ganhei há duas semanas um presente especial da Bru, o livro Uma curva no tempo, da autora Dani Atkins. Não deixo de comprar um livro pela capa, mas devo confessar que, quando eu gosto, faz uma diferença – e não é pra menos: quando vi essa capa tão fofa e leve, tive vontade de começar no mesmo instante. Dito e feito, aproveitei que o semestre já estava praticamente fechado, comecei a ler e hoje vim contar pra vocês quais foram as minhas impressões.

A história: A personagem principal do livro - Rachel - e seus amigos combinam um último encontro antes do início das aulas nas universidades para onde cada um seguirá, em cidades diferentes. Um acidente repentino no restaurante onde estão acaba mudando todos os planos dos jovens, que veem suas vidas transformadas a partir daquele acontecimento, que acaba matando o melhor amigo de Rachel, Jimmy. A partir daí, anos se passam e cada um construiu sua vida com pedaços do passado que ainda fazem parte deles, porém, para Rachel a situação é diferente: como se sente culpada pela morte de seu melhor amigo, seu desafio é conseguir seguir sua vida, que já não está nada fácil, sem se culpar tanto, além de ter que lidar com a doença de seu pai, que cinco anos depois do acidente enfrenta um câncer. Mas, ao mesmo tempo em que Rachel parece ter uma vida difícil, depois de sofrer um acidente num cemitério, sozinha, ela acorda em um hospital e descobre que a vida terrível que achava que tinha não passava de um pesadelo: na verdade, ela tem um noivo perfeito, amigos incríveis, um emprego dos sonhos numa revista e um pai saudável, pronto para cuidar dela. Sua tarefa agora é descobrir qual dessas vidas realmente é real e como toda a confusão aconteceu. 

Ao ler a sinopse, da pra notar que o livro nos intriga desde o primeiro momento, né? Como um mesmo acontecimento – no caso, o acidente – pode levar uma história a dois rumos diferentes? 
Cheguei a pensar que o livro seria dividido em duas partes, mas a verdade é que os dois rumos diferentes que a história toma se misturam ao longo do enredo, por isso é preciso estar bastante atento à leitura. A história é bem peculiar, delicada e determinante a cada passo que Rachel dá; além disso, temos vontade de chegar ao fim do livro o mais rápido possível devido às reviravoltas de sentimentos e pensamentos que acontecem desde o começo – nada realmente faz sentido, nem para a personagem e nem para nós, leitores. Acredito que aí esteja a graça desse livro: você vive o mistério de acontecimentos e sensações junto com Rachel, e então, também quer descobrir o que aconteceu e como ela vai seguir em frente, junto com ela.
Apesar de ser necessário estar atento à leitura, já que há uma confusão de sentimentos e sensações, a linguagem em primeira pessoa torna tudo mais leve e interessante – pelo menos pra mim, que me sinto bem mais próxima do personagem e de toda a história. O livro tem 256 páginas, ou seja, pra quem tem o costume de ler um pouco por dia, em menos de uma semana consegue terminar.  Não há palavras rebuscadas e nem frases complexas, ou seja, Uma curva no tempo é um livro ótimo para esse clima tranquilo de férias, onde queremos descansar nossa mente e relaxar um pouco e, apesar de não ter atendido às expectativas que criei para a história logo no início, valeu a pena cada página.
E vocês, o que pretendem ler nessas férias? Me contem nos comentários! Eu já separei os meus favoritos para este mês e não vejo a hora de devorar todos!!!! Vou deixar aqui embaixo a foto da minha próxima leitura, se quiserem resenha, é só pedir. 
Beijos, beijos
Ju

Workshop de Jornalismo Literário

19 junho 2015
Vocês sabem que eu gosto muito de falar sobre minha faculdade aqui, né? Então... Dessa vez, a minha professora Cyntia Andretta propôs para a sala um exercício de escrita e divulgação dos textos por meios diferentes. Nós tivemos que escolher entre quatro tipos de exercício e fazer a divulgação hoje cedo, lá na faculdade mesmo. 

Bom, essas eram as nossas opções:

Grupo 1: 
Dom de iludir (Cazuza) “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. As pessoas que ficarem neste grupo devem pesquisar músicas e contar suas histórias reais (das próprias pessoas ou das músicas que os tocam) a partir desses trechos. Produto: programa de rádio – leitura dos textos mesclando com trechos de música. Divulgação: Blog de Jornalismo Literário

Grupo 2: 
Mais estranho do que a ficção (Marc Forster) “Eles acham que estou com um bloqueio”. As pessoas deste grupo devem, com base em filmes, escrever histórias reais de pessoas que querem escrever e não conseguem ou que acharam técnicas para ajudá-las. Produto: Vídeo (filmar elas mesmas contando as histórias e arrumar imagens que possam cobrir a fala). Divulgação: blog de Jornalismo Literário 

Grupo 3:
Liberdade (Fernando Pessoa) “Grande é a poesia, a bondade e as danças... Mas o melhor do mundo são as crianças”. As pessoas deste grupo vão contar histórias reais com tema livre, mas sempre fazendo referências a poemas. Produto: Livros artesanais – formato 10 x 15. Divulgação: Blog de Jornalismo Literário e Praça de alimentação, Laboratório de informática e embaixo da árvore PUCC. 

Grupo 4: 
Mar de bexigas. A ideia para este grupo é contar histórias de pessoas com dengue e disseminar por meio das bexigas. Produto: Inserir as histórias em rolinhos no balão com gás hélio. Divulgação: soltar os balões no gramado em frente ao Dacom.

Escolhi o Grupo 4, pois achei muito mais lúdico, sei lá. Vejam nas fotos! Foi muito legal! Resolvi escrever a história do meu primo, que pegou dengue em março desse ano e gostei muito do que produzi (vejam o texto no fim do post!). Acho importante esses tipos de aulas em que a gente foge um pouco do comum. É fundamental aprender a parte teórica e ficar na sala, fazendo anotações sobre o que o professor está ensinando; mas, quando se trata de jornalismo, um ofício muito, muito prático, que necessita de pessoas que coloquem a mão na massa, fugir da rotina é essencial! 
Finalizamos o nosso dia especial com o sorteio do amigo oculto literário e a premiação dos desafios que foram colocados para nós durante o semestre (by the way, ganhei! kkk).

Foto: Amanda Bruschi

Foto: Amanda Bruschi

Foto: Amanda Bruschi

Foto: Bruna Gomes

Foto: Bruna Gomes

Foto: Amanda Bruschi

Vou sentir muita falta disso tudo!
Com amor, 
Bru Gomes

E dentro do meu balão...

A dengue fora das salas de aula

Meu nome é Leonardo de Aro Galera. Nasci em 1992, em Sorocaba, na famosa Vila Hortência, bairro dominado pelos espanhóis e seus descendentes. Não estava muito antenado em relação aos problemas da minha cidade natal, pois estou morando em Piracicaba desde que passei na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, interior de São Paulo, lá por meados de 2010.
Acho que foi por volta de agosto de 2014 que as primeiras notícias sobre a dengue começaram a aparecer; e minha cidade começou a ganhar na disputa das cidades mais atingidas pelo problema. Segundo a Secretaria da Saúde sorocabana, até março deste ano já haviam sido registrados mais de 20 mil casos da doença e o sistema público de saúde estava um caos.
No entanto, particularmente, o Aedes aegypti e a tal da dengue só haviam passado pela minha vida de maneira direta nas salas de aula. Até que no dia 21 de março de 2015, acordei com febre. Era um sábado e eu ainda estava em Piracicaba, no meu apartamento. Tomei remédio para abaixar a febre e voltei para Sorocaba, mas já desconfiei que pudesse ser a famosa dengue. A confirmação só veio com o desenvolvimento dos sintomas e com os exames.
Minha mãe, que é médica, já estava atenta e me orientou a seguir para o hospital. Com o meu juízo em perfeito estado, obedeci, claro. Fui ao hospital colher exames, duas vezes. Tive a sorte de não precisar enfrentar os postos de saúde, abarrotados de pessoas doentes que mal tinham lugar para se sentar. Por isso, não posso dizer, como tantas outras vítimas da dengue, que o hospital foi o meu calvário. Na realidade, para mim, os piores momentos foram os de febre alta, nos quais não tinha como ficar confortável. Nem sentado, nem deitado, nem em pé.
Como não há, ainda, qualquer coisa que cure a doença, fui orientado a tomar medicamentos para dor e febre, apenas. Por falar nela, a febre é o sintoma que mais pesa na vida de uma pessoa atingida pela dengue. A dor atrás dos olhos, que tanto falam, até incomodava, confesso, mas menos, embora tudo fosse péssimo. Inclusive, a possibilidade de ser alvo novamente de algum mosquito e acabar transmitindo o vírus a outras pessoas que me rodeavam.
De qualquer forma, acho que a picada aconteceu em Sorocaba mesmo, na casa da minha família, pois moro próximo a um posto de saúde, que na época estava absolutamente lotado de pessoas que precisavam de atendimento. Paciência. Me cuidei e fui cuidado. Após uma semana, a dengue estava extinta do meu corpo, que foi voltando, paulatinamente, à saúde de sempre. Tchau, dengue.

Mais qualidade, menos quantidade

17 junho 2015
Foto: Jessica Passari (Instagram: @blogdabru)
Em tempos de internet, velocidade, megabytes, dias que parecem ter menos que 24 horas, saber puxar o freio é privilégio. Falo isso porque, ultimamente, percebo uma ânsia, impregnada em tudo e em todos, de querer sempre mais, mais e mais. Quero enfatizar esse comportamento especialmente no ato de ler um livro, embora ele esteja em todos os aspectos de nosso cotidiano. 
Em minhas "andanças" pelo Instagram, percebi que as pessoas que gostam de ler querem ultrapassar metas, querem devorar livros em menos de um dia, mas o pior de tudo é querer mostrar ao mundo virtual a quantidade absurda de livros que se leu em, apenas, um mês. Claro que acho benéfico ler muitos livros. Não vou ser hipócrita. Tanto aqui, quanto em outras redes sociais, eu mesma incentivo a leitura. Mas será que a quantidade importa mais que a qualidade? E não digo qualidade no tipo da leitura, e, sim, na maneira que ela é feita. 
Estamos tão empenhados em chegar à última página, que nos esquecemos de senti-la, de saborear aquelas palavras que descansam perfeitamente nas páginas de um exemplar. E me incluam nessa! A "bronca" serve para mim também! Ainda que eu leia muito para conseguir abastecer o blog com conteúdo, ainda que eu queira levar o blog a sério e quem sabe elevar o nível dele para que possa trabalhar somente com ele um dia. Mesmo assim. Será que eu mesma sei como aproveitar a leitura e absorver o máximo que ela consegue me proporcionar? Até onde a velocidade nos ajuda e até onde ela pode prejudicar?
Muitas vezes me pego lendo e pensando em outras coisas ao mesmo tempo. Então, sei que é nessa hora que devo parar, respirar fundo e ponderar: esse é mesmo o momento certo para continuar a leitura? Ou será que devo sair, dar uma caminhada, cuidar da casa, tomar um banho, ver TV, bater um papo com a vizinha, respirar ar puro?
Para mim, ler é precioso. Ter um livro em minhas mãos é luxo. Um luxo que poucos podem ter. Um luxo que seus pais ou, em alguns casos, você mesmo lutou para conseguir. Veja bem; analise a situação com outros olhos. É legal ter foto nas redes sociais, mas será que é mais importante mostrar a quantidade de livros para seus amigos ou, talvez, falar um pouco sobre cada um, indicar com cuidado, e ler de verdade um livro. Porque a leitura não é apenas bater o olho no que o autor colocou lá. É refletir sobre o que foi lido, ponderar, reler trechos, fazer ligações com outras leituras e vivências, sentir o cheiro do livro. É fazer um chá, sentar em algum lugar confortável, é sentir os braços, pernas e cabeça relaxados. 
Prestamos menos atenção em nossos movimentos e perdemos algo essencial: aquela boa sensação de viver bem. Se vai ler, sinta como tudo está no lugar. Ajuste sua cabeça para entender e perceber que esse é o seu momento. E esqueça a quantidade. Ler 10 páginas prestando atenção é melhor que ler 70 e continuar sem saber do que se trata. 
Pensem nisso e aprimorem o ato da leitura!
Um beijo,
Bru Gomes

Meus livros de moda

15 junho 2015
Foto: Bruna Gomes (Instagram: @blogdabru)
Meninas e meninos!
Recebo muitos pedidos para contar um pouco mais sobre meus livros de moda. Por isso, antes tarde do que nunca, resolvi deixar de preguicinha e fazer! Claro que ainda não consegui ler todos. Mas alguns realmente se saem melhor quando utilizados como livros de consulta. Alguns são gigantescos, daqueles livros que são impossíveis de carregar na bolsa pra ler na fila da padaria, né? Mas a maioria deles tem formato convencional e dá sim para levar para todos os lugares. 
Acredito que livros mais teóricos, em geral, são mais caros e devem servir para enriquecer a sua experiência profissional. Então, pensem com carinho na possibilidade de comprarem algum desses exemplares. São ótimos e sempre me foram muito bem recomendados. 
Espero que seja um post útil e vou tentar fazer de maneira mais cuidadosa possível!
Um beijo, 
Bru

HISTÓRIA DA MODA NO BRASIL, DE LUÍS ANDRÉ DO PRADO E JOÃO BRAGA

Um dos únicos livros que contam a história da moda no Brasil. Para mim, está sendo fundamental na produção da minha monografia. Inclusive, fala tudo sobre a história do São Paulo Fashion Week. O livro tem a participação de muitas personalidades e especialistas da moda brasileira.

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Foto: Bruna Gomes (Instagram: @blogdabru)

A ROUPA E A MODA - UMA HISTÓRIA CONCISA, DE JAMES LAVER

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Foto: reprodução
A REVOLUÇÃO DO FAST-FASHION - ESTRATÉGIAS E MODELOS ORGANIZATIVOSPARA COMPETIR NAS INDÚSTRIAS HÍBRIDAS, DE ENRICO CIETTA

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Foto: reprodução
MODA E ARTE - RELEITURA NO PROCESSO DE CRIAÇÃO, DE DINAH BUENO PEZZOLO

Ainda não li! Explico: ganhei no Natal do ano passado, do meu avô, mas quero ler depois que eu tiver lido os livros necessários para o meu TCC. Mesmo que meu trabalho de conclusão de curso seja sobre jornalismo e moda, não é o mesmo foco do livro; então não quero confundir as coisas e nem tomar um tempo que eu poderia estar lendo os livros necessários para produzir a monografia. Sinopse: Moda e Arte: releitura no processo de criação traz uma seleção de pinturas, ilustrações e gravuras - da antiguidade aos dias atuais - que desvendam a relação entre a criatividade humana expressa por pincéis e tintas e aquela que desfila nas passarelas. Uma publicação do Senac São Paulo dirigida a estudantes e profissionais e que mostra, em mais de 250 imagens belíssimas, o poder das artes plásticas de emocionar e o da moda, como espelho das artes, de seduzir.

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Foto: reprodução
100 ANOS DE MODA, DE CALLY BLACKMAN

Ganhei esse livro maravilhoso há uns dois anos e sempre que pego ele pra ler, fico encantada. A diagramação é linda, as fotos mais ainda! Ele é realmente um livro de coleção e funciona como uma linha do tempo da moda. Grande, pesado, mas cheio de conteúdo! Recomendo para os curiosos e para os estudantes de moda (que já devem até conhecer), mas não acho que seja um livro para ler de uma vez. Eu mesma uso mais como consulta. 

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Foto: Bruna Gomes
IN MY SHOES - CONFISSÕES DE UMA DESIGNER DE SAPATOS, DE TAMARA MELLON

É muito legal! A Tamara Melon conta como se tornou a cofundadora da Jimmy Choo, marca de sapatos mundialmente conhecida. Ela mostra que sua vida não foi tão glamurosa como muitos pensam, falando sobre seu envolvimento com drogas, álcool e muitos problemas familiares.

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Foto: Bruna Gomes (Instagram: @blogdabru)
MODA TAMBÉM É TEXTO, DE SANDRA RAMALHO E OLIVEIRA

Também ganhei da Caroline Delú, do blog Dream Abroad. Nele, é possível encontrar exemplos de textos construídos pela moda. Sinopse: Sandra transita com maestria nas áreas que utilizam a imagem como forma de organização sensível da linguagem e possui uma energia e um fôlego que nos arrebata e instiga. Nada de comum ou usual você encontrará neste livro e certamente você será seduzido pelas inúmeras possibilidades de articulação destas novas e fascinantes leituras da moda. 
  
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Foto: reprodução
MODA: UMA FILOSOFIA, DE LARS SVENDSEN

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Foto: Bruna Gomes (Instagram: @blogdabru)
SOCIOLOGIA DA MODA, DE FRÈDÈRIC GODART

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Foto: Bruna Gomes (Instagram: @blogdabru)
VÍTIMAS DA MODA - COMO A CRIAMOS E POR QUE A SEGUIMOS, DE GUILLAUME ERNER

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AS ENGRENAGENS DA MODA, DE MARTA KASZNAR FEGHALI E DANIELA DWYER

Tentei colocar o link aqui, mas no Submarino (único lugar que encontrei) o link estava com algum tipo de problema. Mas saibam que é um livro muito bom. A linguagem é simples, bem explicativo, direcionado para quem ainda está no começo desse tipo de leitura.

Foto: Bruna Gomes (Instagram: @blogdabru)
MODA DO SÉCULO, DE FRANÇOIS BAUDOT

Esgotado em todos os sites (cultura, saraiva, fnac e submarino), mas se encontrarem, comprem! Por que é um dos melhores! Ganhei da Caroline Delú, do blog Dream Abroad, e não li tudo ainda, mas é um livro para cuidar e usar muito! 

Foto: reprodução

Tem mais alguma indicação? 
Compartilha com a gente lá nos comentários! <3

Foto: Bruna Gomes (Instagram: @blogdabru)

Como trocar livros no Skoob

14 junho 2015
Oi, pessoal
Vocês já conhecem o Skoob? É uma rede social só de livros. Você cria seu perfil e, a partir disso, pode criar sua estante com livros lidos, desejados, metas de leitura, resenhas e muito mais. A parte mais legal é a de trocas. Quem não tem aqueles livros lidos guardados e que gostaria de trocar? Uma das leitoras do Blog da Bru, a Luana Martins, me mandou um email explicando certinho o passo a passo para fazer as trocas com as pessoas que também tem perfil lá. 
Qualquer dúvida, perguntem nos comentários!



Ah, meu perfil no Skoob é ESSE e o da Luana é ESSE. O meu ainda está sendo preenchido, então não se assustem se virem pouca coisa por lá!
Beijos,
Com amor,
Bru

TROCA LIVRO X LIVRO


1- Sempre verifique no perfil da pessoa para saber se ela já fez trocas e tem referências;


2- Troque com a pessoa informações sobre o estado do livro, fotos e os endereços para envio;


Dia da Lu: quando a pessoa NUNCA FEZ TROCA ANTES - como já tive problemas, pois enviei o livro e a menina nunca me mandou o livro - eu sempre peço que enviem o livro e assim que eu receber, encaminho o meu para a pessoa.


3- Embale o livro com plástico filme e, depois, no plástico bolha para não amassar/molhar/rasgar no transporte;

Dica da Lu: caso não tenha plástico bolha, você pode comprar um envelope que já vem forrado com ele (na Kalunga vende). Quando comprar livros ou trocar com alguém sempre guarde os plásticos bolha que vierem, assim você reutiliza.


4- Após embalar e colocar os endereços (remetente/destino), escreva ao lado do endereço de DESTINO a seguinte frase: "IMPRESSO FECHADO PODE SER ABERTO PELA ECT", que é exigência dos correios;


5- Na agência dos correios envie como REGISTRO MÓDICO e SEGURO DE R$ 40 (o valor pode variar de acordo com o valor e quantidade de livro):


Dica da Lu: o Registo Módico (R$ 1,80 atualmente) é a forma mais barata de enviar livros. O seguro é sua garantia caso os correios percam sua encomenda e isso é muito importante: seguro de 20,00 = R$ 0,20 a mais; seguro de 30,00 = R$ 0,30 a mais; seguro de 40,00 = R$ 0,40 a mais; e assim sucessivamente. Ainda tem o valor pelo peso, porém fica em média R$ 6,50, enviando, por exemplo, um livro desta forma;


6- Você receberá um comprovante e nele estará o código de rastreio que você fornece para a pessoa que enviou (o código fica no campo: OBJETO);


TROCAS PELO SKOOB PLUS


O que é o Plus?
O usuário com perfil Plus, serviço gratuito oferecido pelo Skoob, possui uma busca especializada, onde é possível ver as edições, quantidade de cópias disponíveis e todas as pessoas que estão trocando o livro desejado.  

O que são as qualificações?
É possível analisar as qualificações e comentários que um usuário recebeu por suas trocas anteriores, mesmo antes de solicitar um livro, todo usuário com perfil PLUS, possui uma área chamada "Minha Reputação" onde é possível ver todas essas informações.

Sobre solicitação de trocas por créditos: 
Baseado nos principais sites de trocas do mundo, o Skoob adotou esse tipo de troca, assim é possível receber um livro mesmo quando você não possui outro para trocar. Toda vez que enviar um livro que foi solicitado, você recebe créditos para solicitar outros que queira.

Fotos reais e descrição dos livros:
Com o perfil Plus é possível colocar fotos reais dos livros que você está trocando, além da descrição do seu estado atual de conservação.

Acesso direto aos perfis dos usuários que trocam livros:
Aqui você terá acesso ao perfil dos usuários que trocam livros mesmo antes de fazer qualquer solicitação, assim fica muito mais fácil saber o estado de conservação do livro que deseja receber e definir a melhor maneira de ser entregue.

Avisos e alertas durante todo o processo de troca:
Depois que você faz a sua solicitação de troca, o sistema enviará avisos via emails e via página de trocas durante todo o processo, assim os envolvidos saberão sempre o que está acontecendo, até que a sua solicitação seja concluída.

Veja como a Luana faz para trocar os livros pelo Plus:

1- A pessoa pode te mandar mensagem antes ou após a solicitação; 


2- Caso seu livro tenha algum dano, aconselho enviar mensagem/fotos e avisar para pessoa ter certeza se quer, pois depois ela pode te avaliar de forma negativa no PLUS, o que seria ruim, pois lá temos "REPUTAÇÃO";


3- Com tudo combinado, a pessoa solicita seu livro, você aceita a solicitação.


4- O endereço da pessoa que solicitou ficará disponível assim que você aceitar a solicitação, anote o mesmo, siga os passos: 3/4/5 (citados nas orientações de troca livro x livro, ali em cima!);


5- Você receberá um comprovante e nele estará o código de rastreio que você DEVE COLOCAR NO PEDIDO DE SOLICITAÇÃO no Plus.


6- Quando a pessoa receber o livro, ela informará no Plus o recebimento e assim o seu crédito será liberado.


7- Você poderá solicitar através do Plus o livro que quiser, NO VALOR DO SEU CRÉDITO e assim sucessivamente.